quarta-feira, 28 de maio de 2008

Iº SEMINÁRIO SERGIPANO DO TERCEIRO SETOR


apresenta:


O Iº SEMINÁRIO SERGIPANO DO TERCEIRO SETOR, promovido pelo Instituto Laurear de Inclusão Social – ELIS, assume hoje uma responsabilidade crescente nos processos de qualificação e capacitação do 3º setor, abrindo espaço para discussões a respeito das questões sociais e da dimensão do resgate da cidadania de instituições do nosso país.
Os avanços tecnológicos das últimas décadas, o refinamento dos meios de comunicação e a nova geografia econômica e a humana trazem profunda mudança nos valores e nas relações dos 3 setores que compõem a sociedade:

1º SETOR – O GOVERNO

2º SETOR – EMPRESA PRIVADA


3º SETOR – SOCIEDADE CIVIL

Por isso se constituem desafios que impõem participação efetiva de toda a população na conquista de novos rumos.
No atual contexto, o 3º setor ocupa papel central na formação do cidadão, cada vez mais consciente de seu papel, do seus direitos e dos seus deveres e poder de mobilização que começa a emergir com traços cada vez mais nítidos. Surge nesse processo novo perfil de sociedade, onde o conhecimento e aprofundamento na administração de projetos, torna-se o caminho que libertará o homem para navegar mares diversos e não mais configura rumos certos ou portos supostamente seguros para ancorar-se. Tudo isto exige um repensar dos setores a partir das bases técnicas, pedagógicas e metodológicas, para um modelo organizacional consistente, consciente e empreendedor. Impõe-se aí, parceria entre os diferentes agentes sociais – Governo, Empresas e Sociedade Civil – de forma a beneficiar não apenas as instituições de setores modernos e de alta gestão, mas de toda sociedade civil brasileira.


TEMÁRIO




O Iº SEMINÁRIO SERGIPANO DO TERCEIRO SETOR, será basicamente composto de quatro temas:





Dias 9 e 10/06
08h00 as 09h00 - Abertura
09h00 as 12h00 – 3º Setor e ONG's – Um Universo em crescimento

Dias 11 e 12/06
08h00 as 12h00 – Captação de recursos e marketing social na prática.
13h30 as 17h30 – oficina – continuação

Dia 13/06
08h00 as 12h00 – Planejamento de captação de recursos e Marketing para 2008 e 2009




13h30 as 17h30 – Montagem do cronograma em formato de planilha para captação de recursos
18h00 – ENCERRAMENTO






CONFERENCISTAS





1. FERNANDA DEARO Diretora-fundadora da DEARO Captação de Recursos e Marketing – SP



2. A. SERGIO MACHADO DA SILVADiretor Responsável da Revista das ONG's - SP





LOCAL DE REALIZAÇÃO





CENTRO DE CONVENÇÕES DE SERGIPE – CIC
AUDITÓRIO ABAÍS




INSCRIÇÕES ABERTAS. VAGAS LIMITADAS.

INFORMAÇÕES e INSCRIÇÕES PELOS FONES:
79 - 9142-5552 - Naédja
79 - 9964-2143 - Ivson
79 - 8809-3697 - André
ou pelos e-mails:
institutolaurear@gmail.com

PÚBLICO ALVO:

Associações, Cooperativas, ONGs, Secretarias Estaduais e Municipais de Planejamento, Ação Social, Esporte e Lazer, Cultura, Turismo, Saúde, Trabalho e Juventude, Prefeituras, professores, pedagogos, profissionais de Marketing, Estudantes de Serviço Social e Meio Ambiente, Universidades, Empresas Privadas e toda Sociedade Civil.

mais detalhes no BLOG do Instituto Laurear:

http://institutolaureardeinclusaosocial.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE ESCRITOR É VIÁVEL OU É APENAS UM LOBBY?

Por: Brigitte Luiza Guminiak


Tramita na Câmera dos Deputados desde 1998 o Projeto de Lei nº. 4641/98 que dispõe sobre o exercício da profissão de Escritor, autoria do Deputado Antonio Carlos Pannuzio (PSDB-SP).

No ultimo dia 07/05/08 o projeto foi rejeitado pela Comissão do Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP), cujo relator Tadeu Fillippeli (PMDB-DF) argumentou que não existe a profissão de Escritor. Na Classificação Brasileira de Ocupações, de 2002, os autores, roteiristas, críticos, poetas e redatores de textos técnicos, entre outras, pertencem a categorias profissionais que se valem da escrita, não justificando a criação da categoria de Escritor por não se encaixar em tais parâmetros.


Em seu parecer, Fillippeli ainda ressaltou que a legislação vigente assegura os direitos dos escritores sobre suas obras e reconhece sua contribuição cultural ao País. "A Constituição determina que os autores têm direito exclusivo da utilização, publicação ou reprodução de suas obras", afirmou o relator.

Ele observou ainda que a Lei nº. 9610/98 preserva os direitos autorais "Mediante contrato de edição, em que o editor fica autorizado a publicar a obra e explorá-la pelo prazo e nas condições pactuadas com o autor”.

O Projeto tramita em caráter conclusivo.

Há de se encarar esse projeto de lei com certa reticência. O fato de ter sido aprovado pela Comissão de Educação e Cultura, e rejeitado pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, configura uma forte evidencia de lobby por parte das universidades, principalmente as particulares, com o intuito de academizar a escrita, nos moldes da regulamentação dos profissionais de Informática ou então, quando criou as Faculdades de Comunicação, que praticamente anulou as Faculdades de Jornalismo.

Uma ligeira pesquisa na mídia e verificamos que não há um único parecer favorável ao projeto, exceto o do próprio Pannuzio.

O certo é que a arte da escrita já vem inserida na grade curricular do curso de Letras (Licenciatura ou Bacharelado) só que não confere habilitação legal na escrita propriamente dita, embora seja o pré-requisito necessário para se concluir o curso como qualquer outro curso superior ou de pós-graduação.

Cabe ainda ressaltar que na Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho, os profissionais da escrita têm suas atividades descritas como autor-roteirista, crítico, escritor de ficção, escritor de não-ficção, poeta e redator de textos técnicos. Portanto o Projeto de Lei nº 4641/98 trata de um tema já previsto, e as referidas atividades, inclusive, protegidas pela Lei 9610/98 (Lei de Direitos Autorais).

Resta assim o viés dos grandes grupos educacionais com o vislumbre de altos lucros, sob o pretexto de criação de cursos para atender o mercado, sem se importarem com a qualidade dos ditos cursos fast-food e a correspondente qualidade do profissional formado.
Quem contrataria um Glossarista de nível superior?

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve sumariamente as atividades dos profissionais da escrita como aqueles que “escrevem textos literários para publicação, representação e outras formas de veiculação e para tanto criam projetos literários, pesquisando temas, elaborando esquemas preliminares. Podem buscar publicação ou encenação da obra literária bem como sua divulgação”.



Referência Bibliográfica: Sites:

Ministério do Trabalho e Emprego-MTE

www.mtecbo.gov.br/busca/descrição.asp?codigo=2615

Câmera dos Deputados - Portal

http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=122001

sábado, 10 de maio de 2008
















MATÉRIA DO JORNAL O ATLÂNTICO EDIÇÃO DE 10 DE MAIO DE 2008 ITAPEMA SC

www.oatlantico.com.br

Geral


Provita completa 10 anos

Fazenda de recuperação do Provita

Na próxima terça-feira o Projeto Vida Itapema (Provita) completa 10 anos. Desde sua fundação o Provita já ajudou centenas de pessoas na recuperação de drogas, com a ajuda do programa amor exigente o Provita além de recuperar o dependente químico, recupera a família em seu contexto, "Não adianta o dependente se tratar se não houver o apoio familiar, que é um ponto crucial na recuperação", disse Marlete Luciano coordenadora administrativa.

Centro de Referência Cultural Provita

A fazenda de recuperação fica no Bairro Alto Areal, hoje estão em recuperação 24 pacientes, que seguem um programa. Primeiramente é feita uma triagem com a conscientização do dependente e assim então são impostas regras, as três básicas são, trabalho, disciplina e oração, este último quesito ajuda o dependente a se agarrar na fé, são ministrados cultos e palestras de várias religiões como: luterana, espírita, evangélica, católica e presbiteriana.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) somente 10% dos dependentes que procuram ajuda se recuperam, e uma das regras do Provita é, só se pode ir para o programa duas vezes. Isso faz com que os dependentes se dediquem e se conscientizem que devem precisam se recuperar pra voltar ao convívio social. O interno fica seis meses na fazenda, depois de três meses ele pode sair todo mês cinco dias, "isso faz com que o dependente seja inserido na sociedade novamente", explicou Marlete. Na fazenda existe setores e etapas, e são aplicados os 12 passos e os 12 princípios do amor exigente. O Trabalho é um ponto fundamental, assim o dependente ocupa sua mente e descobre que pode ser útil. Todos os internos são homens e a maioria é dependente de álcool e crack.

Quando sai do programa o dependente recebe um certificado, após cinco meses fora do Provita e se estiver em sobriedade ele recebe a graduação. Esse será um evento que acontecerá no dia 13 para as comemorações do aniversário, na ocasião três receberam a graduação e cinco terminam o programa e recebem o certificado.

Segundo o coordenador geral do Provita, Sergio César Soares, eles tem conhecimento de 38 pessoas que participaram do programa e estão em sobriedade, todos estão convidados a participar das comemorações do dia 13. Sérgio conheceu o programa, pois era dependente, hoje, depois de nove anos de sobriedade é voluntário, pois viveu esse programa. "Conhecemos o Provita pela dor e continuamos pelo amor" disse Marlete sua esposa.

Todos estão convidados a participar da festa do Provita, que será dia 13 de maio às 18h30min na sede administrativa, que fica na Rua 615 número 39 Bairro Tabuleiro dos Oliveiras, autoridades como: Santos Neto, Serginho, do amor exigente, Coronel Valmor, pioneiro em projetos terapêuticos, entre outros.

Neste dia também será inaugurado o Centro de Referência Cultural Provita, que funcionará na sede administrativa, onde os ex-internos poderão trabalhar e expor seus trabalhos artesanais. Coordenado por Djalma e Soraya Amaral esse programa visa fazer um resgate cultural da nossa região, oferecer cursos, oficinas, um mural com as atividades culturais do município e um brechó, onde será comercializado o trabalho. Para isso pretendem contar com a sociedade em geral, que voluntários ministrem cursos para os internos e também participem do projeto. Eles pretendem montar oficinas de todos os tipos de artesanatos, e assim aplicar a laborterapia (terapia do trabalho). Quem tiver interesse pode procurar o Djalma ou a Soraya na sede.

ÁLCOOL

Segundo os coordenadores, o maior problema hoje de dependência é de álcool. Como é considerada uma droga lícita é muito mais difícil a aceitação da doença pelo dependente. "Até mesmo a família não acredita que seu ente está dependente de álcool, tornando essa à dependência mais complicada de se conscientizar", explicou Marlete.

No mesmo dia 13, às 19h15min, irá acontecer uma palestra na Univali, "Mídia X Alcoolismo, vencendo preconceitos". Os palestrantes José Augusto Soavinski, Jornalista e Éverson Buchi, médico psiquiatra falarão sobre o alcoolismo e as visões da mídia a respeito dessa doença que atinge grande parte da população brasileira. A palestra contará também com depoimentos de representantes do AA e debate com a platéia.

Paula Morejano


POR, DJALMA E SORAYA AMARAL

sexta-feira, 9 de maio de 2008

PROJETO VIDA ITAPEMA-PROVITA PARCEIRO DA CULTURA EM ITAPEMA SC




























LEGENDA DAS FOTOS:

CASA DA FAZENDA PROVITA

PRÉDIO DA ADMINISTRAÇÃO, ONDE ESTARÁ FUNCIONANDO O CENTRO DE REFERÊNCIA CULTURAL PROVITA.

HORTA DA FAZENDA.

LAGO DA FAZENDA.

ENTREVISTA DADA À RÁDIO FM POP 98,5 DE PORTO BELO SC A RESPEITO DA SOLENIDADE DE 10 ANOS DO PROVITA, E INAUGURAÇÃO DO CENTRO CULTURAL, NO PROGRAMA CENTRAL DE JORNALISMO COM GILSON AGUIAR. AGRADEÇO A RÁDIO POP PELO ESPAÇO CEDIDO EM SUA PROGRAMAÇÃO, MOSTRANDO O VERDADEIRO SENTIDO DA COMUNICAÇÃO, ABRINDO ESPAÇO PARA A COMUNIDADE. PARABÉNS!

Programa Terapêutico

A dependência química é uma doença que atinge as pessoas indiscriminadamente, de tal forma que, uma vez instalada, provoca a desestruturação total em todas as áreas do ser : física, mental, espiritual, social, familiar e profissional.

Filosofia de Atendimento
Trata-se de uma abordagem de auto-ajuda, que segundo De LEON (2003, p.220), é desenvolvida de modo primordial fora das práticas psiquiátricas, psicológicas e médicas tradicionais.
A abordagem básica do PROVITA é o tratamento da pessoa inteira, por meio do convívio em comunidade e na interação com os companheiros. Desenvolvido originalmente para atender ao problema de abuso de substâncias, foi ampliado pela inclusão de inúmeros serviços adicionais vinculados à família e prevenção à recaída.
Dentro desta perspectiva de evolução das comunidades terapêuticas, ao pensar o indivíduo como um todo, percebeu-se a necessidade de incluir mais uma etapa no tratamento de dependentes químicos. Essa etapa é chamada de prevenção à recaída, a qual ocorrem nos dois últimos meses de internação. Espera-se que os residentes deixem a comunidade para viver com sucesso, de maneira mais autônoma.

Está instalado numa área rural localizada no Bairro Alto Areal distante do Centro da cidade aproximadamente 10 Km. O PROVITA é uma entidade sem fins lucrativos e depende da contribuição de voluntários, empresários, Poder Público e comunidade em geral para que possa desenvolver suas atividades. A instituição foi considerada de Utilidade Pública Municipal através da aprovação da Lei Municipal 1542/98 e Utilidade Pública Estadual pela Lei 13.468/05.

O PROVITA trabalha em sintonia com outras entidades diretamente ligadas a grupos de apoio aos familiares tais como: AMOR EXIGENTE (que já desenvolve trabalhos em Itapema há oito anos) e o (AA) ALCÓOLICOS ANÔNIMOS.


PALAVRAS DO PRESIDENTE

O PROVITA-Projeto Vida Itapema, fundado em 13/05/1998 desenvolve atividades voltadas à prevenção, tratamento e ressocialização de dependentes químicos e alcoólicos. As ações sociais desenvolvidas pela instituição ganharão a partir de agora novo impulso em direção ao atendimento não apenas dos internos, mas também de suas famílias com a edição do Centro de Referência Cultural PROVITA. O novo Projeto que está sendo implantado sob a coordenação voluntária dos artesãos Soraya e Djalma Amaral agregará positivamente as ações já existentes na entidade, pois possibilitará o acesso a oficinas de artesanato, pintura, música, yoga, capoeira, etc. Convidamos todos aqueles que tem a sensibilidade para compreender a importância deste novo desafio a unir suas mãos às nossas para que juntos possamos fazer tudo aquilo que não podemos fazer sozinhos.

Grande abraço a todos (as)!
Mário Granzotto
Presidente
www.projetovidaitapema.org.br



DJALMA E SORAYA AMARAL COORDENADORES DO PROJETO CULTURAL

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Estréia do Sons do Brejo

O Grupo Artesanal, mediando às ações do projeto Sons do Brejo, apresenta à cidade de Bananeiras e seus distritos a música instrumental e as expressões populares produzidas pelos artistas paraibanos.

Todos os meses, a partir de Maio até Setembro, o projeto reúne músicos em torno da arte: o popular local e o instrumental clássico.

Que seria reunir a Lapinha de Jesus de Nazaré com a Orquestra Paraíba Pop? E Quinteto Brassil com Ciranda do Sol? Experimentos musicais como estes pautam as ações do grupo.

Escolhendo como cenário a cidade de Bananeiras, não esquecendo dos distritos de Roma, Vila Maia, Tabuleiro, Chá de Lindolfo e Jaracatiá, o Sons do Brejo pretende, ainda, mobilizar o processo de revitalização do centro histórico desta cidade e distritos.

Serão duas apresentações mensais de grupos populares. Uma apresentação mensal dos artistas convidados. Em cada mês, uma oficina na área de música, além de debates locais sobre cultura e desenvolvimento.

Com o Sons do Brejo, o Grupo Artesanal reforça suas ações de difusão cultural, promovendo a circulação mensal de música instrumental e cultura popular, no centro histórico de Bananeiras e distritos. O Grupo acredita que, com a promoção do projeto e, por ele, pela produção artística e para todos, a mobilização dos diversos setores sociais é capaz de promover o desenvolvimento regional.

Convergência de artes
Promover a cultura e a arte. Com esse objetivo, surge, em 1977, o Grupo Artesanal, composto por agentes culturais engajados, jornalistas, atores e educadores. As principais ações do grupo são as publicações da editora Marca de Fantasia, o Bloco Cafuçu e as produções cinematográficas, fotográficas e teatrais.

A editora Marca de Fantasia, inicialmente um projeto editorial para o fanzine “Top! Top!”, surge em 1995, atualizando-se em editora independente. Atualmente há cerca de 60 publicações da editora, a exemplo da “Coleção Quiosque”, série de livros de bolso com ensaios sobre quadrinhos e cultura pop.

A produção e organização do Bloco Cafuçu configura outra ação bem sucedida do Grupo Artesanal. O Cafuçu - agremiação carnavalesca integrante do Projeto Folia de Rua - desde 1990 promove o resgate do carnaval de rua tomando como cenário o Centro Histórico de João Pessoa.

Outras atividades culturais realizadas pelo Cafuçu são o “Santo Antônio Cafuçu”, como parte dos festejos juninos da cidade de João Pessoa, e o irreverente “Baile do Cafuçu”, no qual são eleitos os Rei e Rainha do bloco. Exposições fotográficas, lançamentos de filmes e espetáculos teatrais também são realizados pelo bloco.

Para maio:
A estréia do Sons do Brejo acontece no dia 02 de maio, no distrito de Roma, PB. No dia 03 o Sons do Brejo vai para Bananeiras. No Cruzeiro de Roma e no prédio do antigo cinema da cidade se apresentam a Orquestra Parahyba Pop, a Lapinha Jesus de Nazaré e a Filarmônica de Bananeiras.

Filmes produzidos por cineastas paraibanos serão exibidos antes das apresentações musicais. Em cartaz na estréia do Sons do Brejo está O Senhor de Engenho, filme produzido pelo Grupo Artesanal, com direção de Bertrand Lira. As mostras começam às dezoito horas.

Orquestra Parahyba Pop - A Orquestra Parahyba Pop abre o ciclo de eventos produzidos pelo projeto Sons do Brejo.

A orquestra, composta por dezoito músicos, resgata o estilo das Big Bands norte-americanas da década de 20. O repertório, contudo, mescla elementos populares e da MPB. O maestro e compositor Rogério Borges rege a Parahyba Pop.

Lapinha Jesus de Nazaré - “Eu, José Maciel de Souza, coordenador da Lapinha Jesus de Nazaré, declaro que esta lapinha tem fundadores, mas não tem data de fundação”.

Na lapinha, as pastoras formam duas alas, uma puxada pelo Anjo e outra pelo Guia, com a Cigana atrás, entre as duas, e dançam e cantam anunciando suas jornadas. Animando o cordão encarnado e o azul estão os rapazes, que tocam o violão, o cavaquinho e o pandeiro.

Filarmônica de Bananeiras – Todos os meses, desde maio até setembro, a banda de Música Lira dos Artistas, da cidade de Bananeiras, fará uma apresentação.

A banda, criada em 1997 pela prefeitura municipal da cidade, é composta por 48 músicos, e dirigida pelo Maestro José Roberto Gonçalves Fernandes.

Além das apresentações, a banda mantém uma escola de música, atualmente com 30 alunos.

Para junho:
No mês de São João, o Sons do Brejo apresenta o Quarteto de Trombones da Paraíba e a Orquestra Filarmônica de Bananeiras. No dia 06, as apresentações acontecem no distrito de Vila Maia, e no dia 07, no antigo cinema de Bananeiras. Filmes antecedem as apresentações musicais, sempre às 18 horas.

Quarteto de Trombones da Paraíba – Com dois CDs lançados, o ‘4 + Uns’, de 1996, e o ‘Paraquedista’, de 2000, o Quarteto inova na música quando agrega estilos musicais diversos, além do repertório tradicional dos quartetos de trombones.

O Quarteto de Trombones da Paraíba é formado pelos músicos pelos músicos Sandoval Moreno, Gilvando Pereira, Roberto Ângelo e Rogério Lima, todos professores do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba.

O conjunto tira o trombone de sua posição coadjuvante e o coloca na frente da cena. No repertório, além de composições de mestres do trombone brasileiro, ouvem-se frevo, o samba, o maxixe e o chorinho.

Para julho:
Em julho, nos dias 04 e 05, a música fica por conta da Orquestra de Câmara Parahybrass e da Ciranda do Sol. As apresentações acontecem no distrito Chá de Lindolfo, dia 04, e em Bananeiras, no dia 05. Filmes serão exibidos antes das apresentações.

Grupo de Câmara Parahybrass - O grupo foi formado com o intuito de resgatar e divulgar a identidade nordestina, a qual vem sendo deturpada pela industria cultural. O Parahybrass apresenta uma diversidade de ritmos nordestinos, como o caboclinho, a toada, o xote e o baião.

Parahybrass traz em seu nome a junção do nome Parahyba, antigo nome da cidade João Pessoa, e dos metais, brass, em inglês. O grupo é regido pelo compositor e trompetista Rogério Borges.

Ciranda do Sol – Cultura popular preservada pelo Mestre Cirandeiro, ou Mané Baixinho como ele é mais conhecido. A Ciranda do Sol mostra a preocupação em preservar a cultura na identidade coletiva.

Originária do bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa, Paraíba, a Ciranda do Sol é formada por Mané Baixinho, que lidera o grupo, e Tina, na zabumba, Maria Cirandeira, no ganzá e João do Boi, no tarol.

Para agosto:
No dia 01 de agosto, o distrito de Tabuleiro recebe, o grupo JPsax e o Mestre João do Boi. No dia 02, o Sons do Brejo apresenta as atrações em Bananeiras. O cinema está garantido antes das apresentações, com produções de cineastas paraibanos.

Mestre João do Boi – O Cavalo Marinho Infantil do Mestre João do Boi é o único grupo dessa natureza existente em João Pessoa, PB. Possui cerca de trinta anos e cerca de vinte “brincantes”, com faixa etária que varia entre cinco e doze anos.

Os músicos compõem a orquestra do folguedo. É composta por caixa, pandeiro, reco (reco-reco), triângulo e cavaquinho.

JPSax - Formado em 1994, o JPSax está ligado ao Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba, Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Orquestra Sinfônica da Paraíba. O grupo é bastante premiado e tem experiência de longa data em participação em festivais de música.

Com três CDs produzidos, o JPSax é formado por João Leite Ferreira (sax soprano), José de Arimatéia F. Veríssimo (sax alto, clarinete), Rivaldo de Araújo Dias (sax tenor), Heleno Feitosa Costa Filho (sax barítono, flauta), Xisto Medeiros de Sousa (contrabaixo), Hélio Giovanni Medeiros da Silva (teclados) e Gledson Meira (bateria).

Para setembro:
E em setembro, encerrando a primeira temporada do Sons do Brejo, apresentam-se o Quarteto Brassil e o Maestro Mamulengo. Nos dias 05, no distrito de Jaracatiá, e dia 06, no cinema de Bananeiras. Antecedendo os grupos musicais, haverá a exibição de filmes de artistas paraibanos, sempre às dezoito horas.

Mestre Mamulengo – Toda a beleza de histórias contadas por fantoches estão nas mãos do Mestre Mamulengo. Suas histórias, bem típicas de contos de vaqueiros e de situações corriqueiras do cotidiano sertanejo, desenrolam-se por meio dos personagens mamulengos, com os quais o Mestre brinca tão bem.

Brinca no sentido lúdico, do jogo, e porque ele mesmo assim fala de suas histórias. São brincadeiras jogadas por um jovem senhor e seus mamulengos. O Mestre, que mora em Bananeiras e é um dos únicos a brincar de mamulengo no Nordeste, traz a magia do teatro de bonecos para o brejo paraibano.

Brassil – O grupo Brassil está formado por professores do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba e é o conjunto de metais e percussão brasileiro com maior repercussão internacional. O nome é um trocadilho do nome inglês brass (metal) com o nome Brasil.

Desta integração do universo acadêmico e das “Filarmônicas” do interior brasileiro, apóia-se o repertório do Brassil, resultado de pesquisa pioneira da música brasileira para metais, compilando, editando e interpretando música folclórica, popular, erudita e obras originais contemporâneas.

O Quinteto BRASSIL possui quatro CDs gravados. Seus integrantes são músicos engajados com a pesquisa musical. Ayrton Benck, Cisneiro Andrade, Gláucio Xavier, Radegundis Feitosa e Valmir Vieira integram o quinteto.

Para mais informações:
Diógenes de Luna – Assessor de Imprensa do projeto Sons do Brejo
Mtb 2666 – DRT/PB – (83) 8884.3596 - diogenesdeluna@gmail.com

quarta-feira, 23 de abril de 2008

2º Festival de Cinema na Floresta


Veja a lista de filmes selecionados para 2º Festival de Cinema na Floresta

Foi divulgada na manhã desta terça-feira (22) a lista dos selecionados para a segunda edição do Festival de Cinema na Floresta, que acontece de 04 a 10 de maio na cidade de Alta Floresta/MT. Foram mais de noventa inscrições recebidas de 13 estados brasileiros e ainda de Portugal. O estado com maior número de inscrições foi o Rio de Janeiro, seguido por Mato Grosso e São Paulo.

Uma pré-seleção das inscrições recebidas foi realizada por uma comissão montada pelo Cineclube Floresta, entidade promotora do evento, liderada por seu presidente, Agostinho Bizinoto. Em seguida, a curadoria, coordenada por Paulo Traven da Associação Mato-grossense do Audiovisual, de Cuiabá, finalizou os trabalhos, apontando as 34 obras, que comporão a programação oficial do evento.

O 2º Festival de Cinema na Floresta é um evento que tem como finalidade principal seqüenciar a inclusão de Alta Floresta e região no desenvolvimento, aprendizado de técnicas e de produções na modalidade artística e cultural do audiovisual, importante instrumento contemporâneo de informação, formação e engajamento social. Além da exibição dos filmes, a programação será composta por oficinas de cinema e palestras.

A seguir, relação das obras selecionadas:

Vídeo-Clipes:

A PRAIA – Rio de Janeiro/RJ

BONS SONHOS – Belo Horizonte/MG

SIMANCA MEW – Sinop/MT

AS COISAS – Rio de Janeiro/RJ

SHIFT: O MACACO BONG – Cuiabá/MT

HOMEM-ESPUMA – Belo Horizonte/MG

Curta-metragens:

O JUMENTO SANTO E A CIDADE QUE SE ACABOU ANTES DE COMEÇAR – Olinda/PE

BARTÔ – Goiânia/GO

SEM TÍTULO – Jundiaí/SP

CINE ZÉ-SOZINHO – Fortaleza/CE

CORA CORALINA: O CHAMADO DAS PEDRAS – Brasília/DF

ANHANGÁ: ALMA QUE CORRE – Goiânia/GO

O MAPINGUARI – Salvador/BA

HERANÇA – Santa Maria/RS

HORIZONTEM – Chapada dos Guimarães/MT

VOLTAGE – Olinda/PE

AMAZÔNIA BIODIVERTIDA: O TÚNEL DO TEMPO – Piedade/SP

VIDA MARIA – Fortaleza/CE

ATÉ O SOL RAIÁ – Recife/PE

SETE VIDAS – Cotia/SP

ELE – Vitória/ES

PELA TELA, PELA JANELA – Campina Grande/PB

UM RAMO – São Paulo/SP

A VOZ DO DESEJO – Lisboa/Portugal

Média-metragens:

FRONTEIRAS – Sinop/MT

ICOLOGIA – Goiânia/GO

ISABEL – São Paulo/SP



Longa-metragens:

ESTAMIRA PARA TODOS E PARA NINGUÉM – Rio de Janeiro/RJ

ALUCINADOS – Rio de Janeiro/RJ

CÉU E ÁGUA – Cuiabá/MT

PÏRINOP, MEU PRIMEIRO CONTATO – Olinda/PE

DESERTO FELIZ – Recife/PE

3 EFES – Porto Alegre/RS

WAITING FOR EUROPA (À ESPERA DA EUROPA) – Lisboa/Portugal


Mais informações sobre o 2º Festival de Cinema na Floresta podem ser obtidas pelo e-mail cineclube_floresta@hotmail.com ou pelo telefone (66) 3521-1760

sábado, 19 de abril de 2008

CURTA-SE 8 - FESTIVAL IBERO-AMERICANO de CURTAS-METRAGENS de SERGIPE

O CURTA-SE 8 tem por finalidade levar ao público sergipano a produção de cinema e vídeo ibero-americana, e o intercâmbio entre os realizadores brasileiros e os países ibero-americanos.


É um evento realizado pelo Centro de Estudos Casa Curta-SE e conta com o patrocínio de empresas públicas e privadas, através de Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).



TEXTO DO SITE DO CURTA-SE 8

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Serão exibidos filmes de


Sergipe, Minas Gerais, Santa Catarina, Ceará, Uruguai, França, Portugal, Paraíba, México, Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraná, Espírito Santo, Bahia, Hungria, Cuba, Rio Grande do Sul, Pernambuco


... saiba quais foram os

FILMES SELECIONADOS


A programação completa, com CURTAS, LONGAS, CURSOS, PALESTRAS, WORKSHOPS, MOSTRAS COMPETITIVAS E MOSTRAS INFORMATIVAS, ENCONTRO DE CINE-CLUBES, etc, está no link abaixo


PROGRAMAÇÃO




além de termos também alguns

HOMENAGEADOS



Como forma de democratização e sociabilização da informação cultural, o acesso aos filmes será feito com a troca de ingressos por 1kg de alimento não perecível. As oficinas e Workshops mediante inscrições, e acesso livre em boa parte dos eventos. Está tudo no link PROGRAMAÇÃO acima.


Seu estado não está representado?! AGENDE-SE para o próximo CURTA-SE, multiplique essa informação. Quem sabe nos veremos por aqui ano que vem?


Centro de Estudos Casa Curta-SE
Rua Teixeira de Freitas, 175, Bairro Salgado Filho
Aracaju-SE CEP: 49020-530
Tel.: (550xx79) 3246-6265
operacional@curtase.org.br