sexta-feira, 18 de abril de 2008

Dia do Índio - Índia Paraguassú

Paraguassú - A Índia que encantou Caramuru - Diogo Álvares Correia.

CATARINA PARAGUASSÚ, índia filha do chefe da Tribo Tupinambás, Cacique “Itaparica”. Viviam no litoral baiano. Esposa do navegador português Diogo Álvares Correia.

Que naufragou no litoral baiano geograficamente numa praia do bairro do Rio Vermelho, localizado na praça da Mariquita – Largo do Rio Vermelho – Estado da Bahia. hoje um bairro boêmio da Cidade do Salvador.

Após ser abordado por índios considerados canibais, o mesmo navegador disparou sua arma de guerra para se defender dos ataques índigenas, que assustados diziam: “Caramuru” – “Deus do fogo Rei do trovão”. E deram a ele a índia Paraguassú para esposa então, filha do Cacique Morumbixaba.

Alguns historiadores, afirmam que o jovem Caramuru a levou a países, lá a índia foi batizada com o nome de Catarina de Médicis (mesmo nome da Rainha). Que lhe serviu de madrinha e ali mesmo foi realizado seu casamento. Paraguassú teve quatro filhas que se casaram dando origem a descendências ilustres de muitas famílias baianas. Uma de suas filhas Madalena foi a 1ª mulher brasileira a saber ler e escrever. E muito se empenhou para a libertação do elemento servil do Brasil.

Desta família faz parte a celébre casa da Torre Garcia D´Avilla, na Ba - Importante pelos serviços prestados ao Brasil.

Com mais de 80 anos, morreu Catarina Álvares ou Paraguassú, sendo enterrada na Igreja do Mosteiro de Nossa Sra. Da Graça. Que a mesma fundou junto ao seu esposo. E dizem que um dos seus presentes de casamento assim como alguns dos jardins “ hoje de propriedade particulares” do bairro da Graça.

Na sua sepultura lêem-se: “Sepultura de Dona Catarina Álvares Paraguassú, Senhora que foi desta Capitania da Bahia, a qual ela e seu marido Diogo Álvares Correia, natural de Viana, deram aos senhores Reis de Portugal: Edificou esta capela de Nossa Sra. da Graça e deu-a com as terras anexas ao Patriarca de São Berto no ano de 1582.”
*Biografias de Personalidades 7ª Ed. Profª Carolina Rennó Ribeiro de Oliveira - 1966.



DADOS HISTÓRICOS ATUAIS - Fonte 2: Os livros escolares de História do Brasil narram o célebre episódio ocorrido entre o europeu Diogo Álvares Corrêa e os índios tupinambás. Mas não especificam em qual trecho do litoral de Salvador o encontro teria ocorrido.

Relatam apenas que o jovem Diogo, sobrevivente de um naufrágio, desferiu um certeiro tiro numa ave que voava à vista dos inamistosos nativos. Por desconhecerem armas de fogo, os índios ficaram perplexos e começaram a gritar: Caramuru! Caramuru! Caramuru!, que na língua tupi significa “homem de fogo”; filho do trovão; dragão saindo do mar”.


“De acordo com historiadores baianos, dentre eles Pedro Calmon e Cid Teixeira, foi no bairro do Rio Vermelho que tudo aconteceu, tendo como palco a Pedra da Concha, uma ilha rochosa situada na enseada da Mariquita. Esse acontecimento marcou a chegada do primeiro homem branco em terras do Rio Vermelho. Em vista disso, o Caramuru, como Diogo Álvares Corrêa ficou conhecido, constituiu-se no Descobridor do Rio Vermelho.”

Fonte: ACIRV - Associação que preserva a imagem do navegador Caramuru, idealizadora de dos muitos feitos no bairro do Rio Vermelho em preservação do local, realização de obras. Visite e conheça mais sobre a história do bairro, programações, história do casal histórico, suas praias e diversões. ACIRV http://www.acirv.org/hp/revista.asp?id=29&tipo=geral

*Assistam um vídeo produzido e cedido por um integrante do ABRACADABRA/SP: MAURÍCIO BUSINARI -

HI-BRAZIL - Maghma - Em homenagem ao Dia do Índio.

http://www.youtube.com/watch?v=fmm9LN8b0iE

FOTOS: GOOGLE

XII Fenart acontece em João Pessoa-PB

Começou nessa sexta em João Pessoa-PB, às 21h30 no Espaço Cultural, o XII Fenart (Festival Nacional de Arte). A abertura será com a apresentação da Orquestra Sinfônica da Paraíba, que esse ano conta com a participação do cantor e compositor Arnaldo Antunes.

O evento, considerado um dos maiores do segmento no Nordeste, acontece de 18 a 26 de abril e trará ao público muita música, cinema, teatro, dança, artes plásticas, cultura popular, literatura, arte-educação e debates. Após dois anos sem ser realizado, o Fenart volta com uma nova perspectiva: trazer para a capital paraibana o que há de melhor e mais novo no cenário das artes nacionais e estaduais. Este ano, o público será o grande homenageado do evento.

A programação começa sempre às 08h e vai até às 24h.Todas as atrações culturais serão apresentadas no Espaço Cultural e terão custo médio de R$ 3. Haverá também várias oficinas e seminários sobre as mais diversas manifestações culturais gratuitas para o público.

O Fenart é realizado pelo Governo do Estado e a Funesc e conta com o apoio do Ministério da Cultura e da Lei Augusto dos Anjos.

Confira a programação completa:

ABERTURA DO FESTIVAL
18.04 – Sexta-feira:

19:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária
Direção: Gilberto Gawronski (RJ)
Elenco: Eduardo Moscovis, Liliana Castro e Joelson Medeiros (RJ)
MÚSICA:
21:30 h - Palco da Praça do Povo
Orquestra Sinfônica da Paraíba convida Arnaldo Antunes (SP)
Regência: Luiz Carlos Durier (PB)
Arranjos: Rogério Borges (PB)

19.04 – Sábado
CULTURA POPULAR
Praça do Povo
18:00 h – Ciranda do Sol do Mestre Manoel Baixinho (PB)
ARTES PLÁSTICAS
19:30 h - Mezanino I
Abertura das exposições:
. Panorama da Cerâmica Artística – Artistas plásticos convidados e artesãos do Programa Paraíba em suas Mãos
. Afetos Roubados no Tempo – Organização de Viga Gordilho (BA)
. Achados e Perdidos – Luiz Barroso (PB)
. Mostra Digital – Fotografia e Vídeo
TEATRO
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária
Direção: Gilberto Gawronski (RJ)
Elenco: Eduardo Moscovis, Liliana Castro e Joelson Medeiros (RJ)
CINEMA
Cine Bangüê
19:00 h - Lição de Fogo, de Larissa Claro – Doc 40’ (PB) - Vídeo
- Saliva, de Esmir Filho – Fic 15’ (SP) - Filme
- O Arroz Nunca Acaba, de Marão – Animação 8’ (RJ) - Filme
20:00 h - O Grão, de Petrus Cariry – Fic 88’ (CE) - Filme
ATIVIDADES DIVERSAS
19:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
MÚSICA
22:00 h – Palco da Praça do Povo
Show: Coco Eletrificado
Biliu de Campina (PB) + Chico Correa Electronic Band (PB)

20.04 – Domingo
TEATRO
18:30 h – Teatro de Arena
Projeto Ensaio – Espetáculo: Quebra-Quilos
Direção: Márcio Marciano
Coletivo de Teatro Alfinim (PB)
DANÇA
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Relações
Direção e Coreagrafia: Carlos Laerte
Laso Cia. de Dança (RJ)
CINEMA
Cine Bangüê
19:00 h - Amanda e Munick, de André Costa – Doc 15’ (PB) - Vídeo
- Até o Sol Raiá, de Fernando Jorge e Leandro Amorim –
Anim.15’ (PE) – Filme
- Instrumento Detector de Alguma Coisa, de Otto Cabral – Doc 10’
(PB) - Vídeo
20:00 h - Diário de Sintra, de Paula Gaitan – Doc 90’ (RJ) - Vídeo
ATIVIDADES DIVERSAS
20:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
MÚSICA
22:00 h – Praça do Povo
Show: CéU (RJ)

21.04 – Segunda
CULTURA POPULAR
1º Momento da Cultura de Raiz
Praça do Povo
17:00 h – Maracatu de Alhandra (PB) -
18:00 h – Caiana de Crioulos (PB)
19:00 h – Odete de Pilar (PB)
TEATRO
18:30 h – Escola de Dança da FUNESC
Projeto Ensaio – Espetáculo: Aptos. Aptos p/Morar
Direção: Rosa Cagliani
Grupo: Deuzerohora Vamobora (PB)
22:00 h – Teatro de Arena
Espetáculo: Mercadorias e Futuro com Lirovsky
Direção e Produção: José Paes de Lira (Lirinha- PE) e Leandra Leal (RJ)
ATIVIDADES DIVERSAS
20:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
DANÇA
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Experimento Raiz
Direção e Coreografia: Erik Breno
Cia Fundasc Experimental de Dança (PB)
20:20 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Mandrágora
Direção: Rosa Cagliani
Grupo Acena (PB)
21:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Malaki: As Cores da Paixão
Direção e Coreografia: Joyce Mattos e Canízio Vitório
Paralelo Cia de Dança (PB)
CINEMA
Cine Bangüê
20:00 h - Brincantes Visionários, de Elinaldo Rodrigues - Doc 20’ (PB) - Vídeo
- Engole duas Ervilhas, de Marão, Stoliar, Monerrat, Perdido, Tomas,
Iuá, Rosamaria – Animação 8’ (RJ) - Vídeo
- Enraizados, de Niu Batista – Fic 14’ (PB) - Vídeo
21:00 h - Amigo de Risco, de Daniel Bandeira – Fic 88’ (PE) - Filme

22.04 – terça-feira
TEATRO
18:30 h – Escola de Dança da FUNESC
Projeto Ensaio – Espetáculo: Infidelidade
Direção: Toni Silva
Grupo: Argonautas (PB)
19:30 h – Teatro de Arena
Espetáculo: Presépio Mambembe
Direção: Marcos Pinto
Grupo: Geca (PB)
20:30 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Toda Nudez Será Castigada
(da obra de Nelson Rodrigues)
Direção: Paulo de Moraes
Grupo: Armazém Cia de Teatro (RJ)
* Recomendado para maiores de 16 anos
LITERATURA
18:00 h – 19:30 h – Praça do Povo – Stand da FUNESC
Resultado da oficina de literatura do poeta Chacal com leituras e declamações de poemas
ATIVIDADES DIVERSAS
20:30 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
CINEMA
Cine Bangüê
19:00 h - Trópico das Cabras, de Fernando Coimbra – Fic 23’ (SP) - Filme
- Cabaceiras, de Ana Bárbara – Doc 16’ (PB) - Filme
- O Brilho dos Meus Olhos, de Allan Ribeiro – Fic 11’ (RJ) - Filme
20:00 h - Crias da Piollin, de Bertrand Lira – Doc 53’ (PB) - Vídeo
MÚSICA
22:00 h – Praça do Povo
Banda Fenart convida para a Noite da Música Paraibana com Beto Brito, Dida Fialho, Mira Maya, Soraya Bandeira e Regina Brown

23.04 –quarta-feira
TEATRO
18:30 h – Escola de Dança da FUNESC
Projeto Ensaio – Espetáculo: A Saga de Zacarias
Direção: Marcos Pinto (PB)
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Toda Nudez Será Castigada
(da obra de Nelson Rodrigues)
Direção: Paulo de Moraes
Grupo: Armazém Cia de Teatro (RJ)
* Recomendado para maiores de 16 anos
ATIVIDADES DIVERSAS
18:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
MÚSICA
20:30 h - Cine Bangüê
Espetáculo: Nella Fantasia (Ópera)
Grupo: Delicatto (RN)
DANÇA
22:00 h – Palco da Praça do Povo
Espetáculo: Caminhos
Direção e Coreografia: Carlos Laerte
Laso Cia de Dança (RJ)
Participação do artista plástico Shiko (PB)
CINEMA
24:00 h – Cine Bangüê
Mix Brasil – Mostra de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual
* Recomendado para maiores de 18 anos

24.04 – quinta-feira
TEATRO
19:00 h – Teatro de Arena
Projeto Ensaio – Espetáculo: Vereda da Salvação
Direção: Cristina Streva
Grupo: Ser Tão Teatro (PB)
* Recomendado para maiores de 16 anos
DANÇA
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Decalque
Direção e Coreografia: Leonardo Ramos
Ballet de Londrina (PR)
ATIVIDADES DIVERSAS
20:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
MÚSICA
20:30 h – Cine Bangüê
Show: Kenny Brown (EUA) e UpTown Band (PE)
22:00 h – Praça do Povo
Show: Uma Batida Diferente
BossaCucaNova (RJ)
CINEMA
24:00 h – Cine Bangüê
Mix Brasil – Mostra de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual
* Recomendado para maiores de 18 anos

25.04 – sexta-feira
CINEMA
18:30 h – Cine Bangüê
Mix Brasil – Mostra de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual
* Recomendado para maiores de 18 anos
TEATRO
18:30 h – Escola de Dança da FUNESC
Projeto Ensaio – Espetáculo: Medéia
Direção: Saulo Queiroz
Grupo: Núcleo de Teatro da UEPB
22:00 h – Teatro de Arena
Espetáculo: O Sapato do Meu Tio
Direção: João Lima
Grupo Cia do Meu Tio (BA)
ATIVIDADES DIVERSAS
18:00 h às 20:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC
MÚSICA
20:00 h – Praça do Povo
Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba convida os Detonautas -
Tico Santa Cruz e Renato Rocha (RJ)
Regência: Luiz Carlos Durier (PB)
Arranjos: Rogério Borges (PB)
22:00 h – Cine Bangüê
Show: Paraibass (PB)
23:00 h – Cine Bangüê
Show: Artur Maia e banda (RJ)

26.04 – Sábado
TEATRO
18:30 h – Escola de Dança da FUNESC
Espetáculo: Déjá Vu
Direção: Antônio Deol
Grupo: Graxa (PB)
CULTURA POPULAR
19:00 h – Coco de Roda Mestre Benedito (PB)
DANÇA
20:00 h – Teatro Paulo Pontes
Espetáculo: Skinnerbox
Direção e Coreografia: Alejandro Ahmed
Cena 11 Cia de Dança (SC)
ATIVIDADES DIVERSAS
20:00 h às 22:00 h - Praça do Povo
Lançamentos de Livros – Saraus – Performances
Feira do Livro - Stand da FUNESC

MÚSICA
22:00 h – Palco da Praça do Povo
Show: Beba-me
Elza Soares (RJ)

SEMINÁRIO
CENA CONTEMPORÂNEA

21.04 – Segunda
Auditório 2
14:00 h às 17:00 h – Cultura Popular: Encontro dos Mestres dos Grupos de Cultura Popular Autêntica da Paraíba
Auditório Azul
14:30 h às 17:30 h – Literatura:
Memórias de Mimeógrafos: O Que Há de Atual na Poesia Marginal
Palestrante: Chacal - Poeta (RJ)
Debatedores: Amador Ribeiro Neto - Poeta e professor de literatura (SP/PB)
Hidelberto Barbosa Filho - Poeta e crítico literário (PB)
22.04 – terça-feira
Auditório Verde
14:30 h às 17:30 h – Cinema e Literatura:
Adaptação e Criação do Roteiro Cinematográfico
Palestrante: Marçal Aquino – Escritor e roteirista (SP)
Debatedores: Renato Félix – Jornalista e crítico de cinema (PB)
Carlos Dowling – Cineasta (PB)
Auditório 2
08:30 h às 12:00 h e 14:30 h às 17:30 h – Leis de Fomento à Cultura
Convidados:
Tarciana Portela – Chefe da Representação Minc/Nordeste (PE)
Sandoval Nóbrega – Sub-secretário de Cultura do Estado da Paraíba
Fernando Abath – Presidente do Fundo Municipal de Cultura (PB)

23.04 – quarta-feira
Auditório Azul
14:30 h às 17:30 h – Literatura:
Literatura S/A: As Relações entre Literatura e Vida Literária"
Palestrante: Marcelo Mirisola - Escritor (SP)
Debatedores: Rinaldo Fernandes - Contista (MA/PB)
Linaldo Guedes - Poeta e editor do Correio das Artes (PB)
Auditório 2
14:30 h às 17:30 h – Teatro: A Importância do Teatro de Grupo
Convidados:
Sérgio de Carvalho – Diretor e dramaturgo da Cia. do Latão (SP)
Paulo de Moraes – Diretor do Grupo Armazém (RJ)
Selma Santos – Produtora da Cia do Meu Tio (BA)

24.04 – quinta-feira
Auditório 2
15:00 h às 17:00 h – Literatura e Teatro:
No Palco da Palavra: A Evolução da Dramaturgia Brasileira
Palestrante: Bárbara Heliodora - Escritora e crítica teatral (RJ)
Auditório Verde
14:30 h às 17:30 h – Artes Plásticas:
Cerâmica Artística: Do Popular ao Contemporâneo
Expositora: Maria do Carmo Nino - FUNDAJ (PE)
Debatedores:
José Nilton da Silva - Casa do Artista Popular (PB)
Luís Renato de Araújo – Professor da UFPB
Auditório Azul
14:30 h às 17:30 h – Dança:
Que Dança é Essa?
Coordenador da mesa: Arthur Marques – Coreógrafo e bailarino (PB)
Convidados:
Alejandro Ahmed – Coreógrafo e diretor do Cena 11 ( SC)
Carlos Laerte - Coreógrafo e diretor da Laso Cia de Dança (RJ)
Leonardo Ramos – Coreógrafo e diretor do Ballet de Londrina (PR)

25.04 – sexta-feira
Auditório Azul
14:30 h às 17:30 h – Literatura:
Imprimindo o Futuro: O Escritor e as Novas Mídias
Palestrante:Marcelino Freire - Escritor (PE/SP)
Debatedores:
W.S.Solha - Escritor (SP/PB)
Clotilde Tavares - Escritora (PB)
Auditório 2
14:30 h às 17:30 h – Música:
Economia da Cultura - A Força da Indústria Cultural do Rio de Janeiro
Cadeia Produtiva da Economia da Música
Cadeia Produtiva da Economia do Carnaval
Palestrante: Luiz Carlos Prestes Filho (RJ) - Vice-Presidente da ABGC -
Associação Brasileira de Gestão Cultural

OFICINAS E WORKSHOPS

ARTES PLÁSTICAS
. Vídeoarte , Vídeodança
Ministrante: Paula Gaitan (RJ)
Galeria Archidy Picado
18 a 20.04
09:00 h às 11:30 h
14:30 h às 17:30 h
. Desenho, desenho
Ministrante: Gil Vicente (PE)
Auditório 3
18 a 20.04
09:00 h às 11:30 h
14:30 h às 17:30 h

TEATRO
. Performance
Ministrante: Gilberto Gawronski (RJ)
Escola de Dança da FUNESC
18 e 19:04
11:00 h às 17:00 h
. Dramaturgia do Teatro Épico-Dialético
Ministrante: Sérgio de Carvalho (SP)
Auditório 5
22 a 25.04
08:30 h às 12:00 h

CINEMA
. Interpretação para Cinema e Televisão
Ministrante: Fátima Toledo (SP)
Teatro Santa Roza
19 a 22.04
10:00 h às 13:00 h

FOTOGRAFIA
. Conservação de Acervos Fotográficos
Ministrante: Clara Mosciaro – FUNARTE (RJ)
Auditório 3
22 a 25.04
08:30 h às 11:30 h
14:30 h às 17:30 h
Realização:
DEMU/IPHAN - IPHAEP

DANÇA
. Dança Contemporânea
Ministrante: Carlos Laerte (Laso Cia de Dança - RJ)
Escola de Dança da FUNESC
21 e 22.04
09:00 h às 12:00 h
. Velocidade, Controle e Percepção
Ministrante: Alejandro Ahmed (Cena 11 Cia de Dança - SC)
Escola de Dança da FUNESC
23 e 24.04
09:00 h às 12:00 h
. Ballet Clássico
Ministrante: Leonardo Ramos (Ballet de Londrina - PR)
Escola de Dança da FUNESC
25.04
09:00 h às 12:00 h

LITERATURA
. Poesia
Ministrante: Chacal (RJ)
Auditório 4
20 a 22.04
09:30 h às 12:00 h
. Hamlet: Uma Leitura Comentada
Ministrante: Clotilde Tavares (PB)
Auditório Azul
21 a 25.04
09:30 h às 12:00 h
. Conto
Ministrante: Marçal Aquino (SP)
Auditório 4
23 a 25.04
09:30 h às 12:00 h

CULTURA POPULAR
. Boi de Reis
Ministrante: Mestre Pirralhinho (PB)
Auditório 1
21, 23 e 25.04
09:00 h às 12:00 h
. Habilitação para Prêmios, Editais e Pontos de Cultura
Ministrantes: Equipe da Representação Minc/Nordeste (PE)
Auditório Verde
23.04
14:30 h às 17:30 h

MÚSICA
. Guitarra de Jazz e Blues
Ministrante: Kenny Brown (EUA)
Sala 45 da Orquestra Sinfônica
23.04
14:30 h às 17:30 h

FENART EDUCAÇÃO

22.04 – terça-feira
Oficina de Artes Plásticas
Hall das Artes
08:00 h e 14:00 h
Oficina de Origami
Biblioteca Infantil
09:00 h
Planetário
Sessões para Escolas
08:00 h e 09:00 h - 14:00 h e 15:00 h
Teatro de Arena
08:30 h – Peça teatral da Emlur: Agente da Alegria
Direção: Mônica Macedo e Waleska Rique (PB)
09:00 h – Voluntários da Pátria (RJ): Apresentação de músicas, poesias, teatro
e reflexões coletivas
23.04 –quarta-feira
Oficina de Artes Plásticas
Hall das Artes
08:00 h e 14:00 h
Oficina de Origami
Biblioteca Infantil
09:00 h
Teatro de Arena
08:30 h – Peça teatral da Emlur: Agente da Alegria
Direção: Mônica Macedo e Waleska Rique (PB)
09:00 h – Voluntários da Pátria (RJ): Apresentação de músicas, poesias, teatro
e reflexões coletivas
Planetário
Sessões para Escolas
08:00 h e 09:00 h - 14:00 h e 15:00 h
Teatro de Arena
14:30h –Espetáculo de Dança: Os Planetas
Escola de Dança da FUNESC
Coreografia: Lílian Farias (PB)
15:00h – Voluntários da Pátria (RJ): Apresentação de músicas, poesias, teatro
e reflexões coletivas

24.04 – quinta-feira
Oficina de Artes Plásticas
Hall das Artes
08:00 h e 14:00 h
Oficina de Origami
Biblioteca Infantil
09:00 h
Planetário
Sessões para Escolas
08:00 h e 09:00 h - 14:00 h e 15:00 h
Teatro de Arena
09:00 h – Voluntários da Pátria (RJ) : Apresentação de músicas, poesias, teatro
e reflexões coletivas

25.04 – sexta-feira
Cine Bangüê
08:30 h - Espetáculo de Dança da FUNAD (PB)
10:00 h – Espetáculos de Dança da APAE (PB): A Porta do Sol e Xaxado
Planetário
Sessões para Escolas
08:00 h e 09:00 h - 14:00 h e 15:00 h

* As sessões do Planetário deverão ser previamente agendadas.

EXPOSIÇÃO
DE ARTES PLÁSTICAS

1. “Cerâmica na Arte Popular” - mostra com artistas populares e artesãos do Programa “Paraíba em suas Mãos” do Governo do Estado da Paraíba (Maria José e Cooperativa de Serra Branca, Cooperativa de Cajazeiras, Gina Dantas, Chico Ferreira, Zaia, Fábio Smith, Nevinha, Irmãs Cavalcanti, Marta Santos, Madriano Basílio, Chico Santos, Lucinha dos Bichos, entre outros).
Curadoria de Dyógenes Chaves.

2. “Salas Especiais” - mostras individuais com os artistas Chico Ferreira e Rosilda Sá, além de homenagem póstuma ao artista popular Tota.
Curadoria de Rosilda Sá e Dyógenes Chaves.

OUTRAS EXPOSIÇÕES

1. “Afetos Roubados no Tempo”, curadoria de Viga Gordilho (Bahia)
2. “Achados e perdidos”, instalação de Luiz Barroso (PB)

MOSTRA DIGITAL

Exibição
Sala Preta: mostra de vídeoarte, vídeos sobre cerâmica e fotografia de artistas brasileiros.
Curadoria de Dyógenes Chaves.

terça-feira, 15 de abril de 2008

ABRACADABRA: UM PRIMEIRO ENCONTRO DE MUITOS

Um grande encontro. O primeiro grande evento reunindo Agentes do movimento ABRACADABRA de diferentes estados foi no município de Lauro de Freitas, grande Salvador.

Reuniram-se na praia de Ipitanga, agentes do estado da Bahia com o Agente Fundador de Pernambuco, o poeta Marcos André Carvalho Lins, numa recepção pra lá de calorosa, com direito a muita música, além de exposição de artes plásticas e declamações de poesias. O prato principal não poderia ser outro, a não ser a substanciosa feijoada pernambucana.

Não se chegou a discutir os meandros do movimento abertamente, pois o objetivo era a recepção e confraternização. Mas, como era previsto, conversas paralelas atiçavam perguntas e questionamentos daqueles que estavam pela primeira vez participando de uma reunião presencial. As conclusões foram eclipsadas pela música, da melhor qualidade, pelo verbo poético em primeiro plano e pelas obras em tela do artista plástico Edson Melo, dono do espaço, que em breve tomará a forma de uma Cabana Cultural e se tornará ponto de encontro dos abracadabras baianos.

Dentre os Agentes cicerones marcaram a presença: o Cantor e Compositor Sergio Perrucho, a cantora e compositora Iara Lima, a Poetisa Malu Freitas, o escritor Paulo Esdras(Agente-fundador BA) e sua esposa Cleone Diniz, o Artista plástico Edson Melo, acompanhado por sua esposa Verônica ( surpreendendo com uma poesia emocionante),o compositor e músico Nil Freitas,o cantor e compositor Lucas Torres(Aracaju), o produtor e músico Venâncio Azevedo – trazendo o GRUPO ZIKR (www.grupozikr.com.br) com a co-produtora Silvani Neri, encantando a todos com a música árabe.

Eventos presenciais como este precisam ser feitos em todos os estados, pois fortalece as relações entre os Agentes e com as relações fortalecidas teremos um ABRACADABRA com uma base resistente para construirmos o tão sonhado Projeto.

sábado, 12 de abril de 2008

X FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E VIDEO AMBIENTAL - FICA



Tem início no dia 10/06/2008, em Goiás, Patrimônio Histórico da Humanidade, o X Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA).

O FICA nasceu em 1998 com o objetivo de incrementar o turismo, gerar empregos (diretos e indiretos), reaquecer a economia local, unindo arte e meio ambiente, chamando a atenção do Brasil e do mundo para a cultura e, principalmente, a preservação do meio ambiente. É realizado anualmente pela Agência Goiana de Cultura – AGEPEL

O cenário selecionado para o evento, a cidade de Goiás, às margens do Rio Vermelho e cercada pela Serra Dourada, contribuiu deveras para o sucesso do festival.

A atual edição do FICA, acontecerá a partir de 10/06/08 a 15/06/08, com estimativa de público de 200mil pessoas nos seis dias de eventos.

Foram inscritos, este ano, 412 filmes, podendo chegar a 430. Desse total 204 são nacionais e 208 internacionais de 50 países, entre produção e co-produção, o que mostra claramente que o Brasil está em um momento de intensa produção. O gênero dos filmes em sua maioria é de documentários, assim como em outras edições, com 317 inscritos. Seguido por 50 obras de ficção, 39 de animação e 6 séries televisivas. Na metragem, os curtas são o maior número, com 184 obras, 162 médias e com 66 inscrições de longas-metragens.

O Rio de Janeiro tem o maior número de inscrições com 61 obras, seguido por Goiás com 48 e São Paulo com 34. Foram totalizados 16 Estados inscritos no X FICA. A surpresa fica por conta de Minas Gerais com 16 obras inscritas. Divididas por região, entre as 204 obras nacionais inscritas, o Sudeste vem em primeiro lugar com 117 obras, seguida pelo Centro Oeste com 62 obras, o Sul com 13, Nordeste com 11 e a região Norte vem com uma obra do Estado de Roraima.

A novidade do festival para 2008 é o incentivo ao cinema goiano no tocante à programação e, principalmente no cuidado com a formação de realizadores e de público. Além da exibição de filmes, estão sendo oferecidos 14 cursos e 4 oficinas. A maioria dos cursos e palestras é aberta à comunidade, apesar da preferência para estudantes ou profissionais da área de audiovisual nas oficinas.

Nesta edição, a presidente da Agepel, Linda Monteiro, assumiu a função de coordenadora -geral do festival. Outra mudança no evento é a concentração maior das atividades de cinema no Centro Histórico da cidade de Goiás, com a inclusão do Lyceu de Goiás como espaço para a realização de cursos, além de uma maior utilização da Casa de Cora e a inclusão do antigo Matadouro, às margens do Rio Vermelho. O colégio Alcides Jubé continuará sediando o Cinemão, estrutura de exibição de filmes montada especialmente para o Fica como cinema alternativo ao Cine Teatro São Joaquim.

Ressalta-se o alto nível do elenco de diretores, professores e técnicos de cinema que vão participar das diversas atividades do X Fica, como o renomado crítico e escritor Jean-Claude Bernadett, nome influente no cinema nacional há mais de 40 anos, o crítico Inácio Araújo e a pesquisadora Stela Senra, entre outros. Outro convidado é o cineasta Cacá Diegues, que ganha uma mostra com vários filmes de sua carreira, os filmes como Orfeu Negro e Bye-Bye Brasil.

São distribuídos R$ 240 mil em prêmios aos sete primeiros colocados além de menções honrosas aos participantes. Mas os grandes beneficiários são os moradores da cidade e o Estado, com a divulgação da cultura, culinária e possibilidades turísticas do Estado de Goiás.

Os filmes premiados são disponibilizados, a título de empréstimo, a escolas, cinemas, universidades e outras entidades, devendo para tanto encaminhar Oficio à Presidência da Agepel e agendar o período desejado. Para Goiânia, o prazo de devolução dos filmes é de uma semana. Para demais localidades os filmes tem um prazo de devolução de 15 a 30 dias.

Melhores informações: telefones: (62) 32014689 ou 32231313 ou diretamente no escritório do FICA: Praça Cívica nº. 2, Centro Cultural Marieta Telles, das 9:00 h às 17:00 h, ou ainda, por email: fica@fica.art.br

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Arte e cultura livres

A indústria [termo que vem se tornando cada vez mais antipático] viciou de tal forma algumas dinâmicas sociais que geram maus costumes até mesmo naqueles que deveriam dela estar livres – como é o caso de muitos artistas. Creio que o artista deve subverter todas as relações que não sejam favoráveis à arte, mas o que se vê, quase sempre, é o contrário: a indústria subverte os artistas, e estes atuam segundo interesses da indústria [interesses que passam a ser também os seus quando a sua motivação passa a ser mormente de natureza comercial].

[foto do Flickr de Dazzie D]


Não é difícil imaginar, mesmo para os diletantes, o quanto são restringidas as possibilidades de desenvolvimento de diversos tipos de arte (especialmente do cinema) quando a motivação dos produtores é predominantemente comercial. Não é preciso ser escritor para perceber o quanto a literatura padece com a motivação comercial - ‘É difícil para os escritores não medir o próprio mérito pelos direitos autorais, e quando os livros de má qualidade podem trazer boas compensações pecuniárias é necessário muita firmeza de caráter para produzir bons livros e continuar pobre’, escreveu Bertrand Russel em 1935. É evidente que tal situação não se aplica somente aos escritores, e que direitos autorais, no caso, implicam não só em reconhecimento [que é necessário], mas em dividendos cujas proporções, normalmente, são estabelecidas pelas empresas intermediárias entre autor e público.

Embora a internet, ainda que de forma experimental e caótica, elimine a necessidade de tal intermediário [visto que qualquer um pode publicar sua obra diretamente], é claro que critérios devem ser considerados - afinal, artista não é quem apenas publica algo, mas quem produz arte e a publica [pessoalmente, penso que publicar um livro deve ser, sim, possível, mas também um tanto de dificuldade não faria mal – pois exigiria alguma determinação e vontade do autor para publicar a sua obra, demonstrando que acredita nela, confiando que tem algo de valor a expressar]. Contudo, sei o quanto a dinâmica anárquica da internet é fundamental para a difusão da cultura e do conhecimento, indo de encontro a 'ditadura do intelectual' e ao elitismo reivindicado, porém não praticado de alguns espíritos draconianos – e não é a toa que a rede [que cresce a cada dia em volume de conteúdo - qualquer conteúdo - e participação de pessoas] incomode tanto as indústrias que fizeram fortuna e poder com a arte e a cultura, especialmente as fonográfica e cinematográfica – os setores mais afetados pela pirataria. Aliás, com o surgimento de tecnologias como P2P, os prejuízos dessas indústrias foram tão gritantes e deseperadoras que ensejaram um fenômeno interessante: as empresas agridem seus próprios clientes acusando-os de bandidos – e não é raro ver artistas agredindo seu próprio público a mando dos donos das empresas as quais se rendem, comparando o ato de baixar um vídeo ou uma música na internet a um roubo de carro ou coisa que o valha. A questão dos direitos autorais, claro, deve ser amplamente discutida – afinal o artista precisa sobreviver e ser reconhecido e até recompensado – mas não apenas sob a ótica da indústria, afinal, os tempos mudam....

Em suma, pelo menos para os artistas, é hora de resgatar a arte como arte, e esperar dela resultados como tal. É preciso ter claro que mesmo que toda a indústria em torno da cultura e da arte ruam e desabem, a arte permanece, desde que permaneçam as pessoas e, claro, os artistas. A arte não precisa da indústria, seja esta da esfera pública ou privada. Precisa, sim, de públicos – e começam a surgir outras formas de alcançá-los que prescindem da sujeição do artista aos donos da indústria. Novos modelos de negócios surgem e novas formas de propriedade intelectual mais flexíveis - como a licença Creative Commons - que estimulam a livre troca de idéias e a livre e dinêmica circulação de obras autorais. Já é um começo. Cabe aos artistas revisarem seus objetivos quando necessário, e ousarem descobrir e experimentar - e arriscar - novas possibilidades de difusão de seus trabalhos.

Por Fabricio Kc


P.S. A internet faz surgir novos modelos de negócios também no âmbito artístico-cultural como BEM exemplificou a banda inglesa Radiohead, que disponibilizou em seu site o album Rainbow para download, deixando a critério dos fãs definir quanto pagaraiam por ele - e obteve bons resultados.

SESTAS TEATRAIS - RECIFE/PE

O Teatro Armazém (Armazém 14, Bairro do Recife) está com apresentações de curtos espetáculos de teatro e dança (30 minutos) todas as quartas-feiras às 13h.

A programação para o restante deste mês segue abaixo:

abril/16 - Um Gesto por Outro - Cênicas Cia. de Repertório (teatro)
abril/23 - Um Tempo de Joaquim Cardozo para um Calendário de Eternidade - com Geninha da Rosa Borges (literatura teatral)
abril/30 - Pastoril do Vei Mangaba - com Walmir Chagas

Informações: (81) 3224-2787 ou sestasteatrais@terra.com.br

Um abraço a todos

sexta-feira, 4 de abril de 2008

19 DE ABRIL - DIA DO ÍNDIO - VAMOS NOS PREPARAR?


AMERÍNDIOS - Índio, indígena ou nativo americano são nomes dados aos habitantes humanos das Américas antes da chegada dos europeus, e os seus descendentes atuais.
A hipótese mais aceita para a sua origem é que os primeiros habitantes da
América tenham vindo da Ásia atravessando a pé o Estreito de Bering, na glaciação de 62 mil anos atrás. O termo “índio” provém do facto de que Cristóvão Colombo, quando chegou à América, estava convencido de que tinha chegado à Índia e dessa maneira chamou os povos indígenas que ali encontrou. Por essa razão também, ainda hoje se refere às ilhas do Caribe como Índias Ocidentais. Mais tarde, estes povos foram considerados uma raça distinta e também foram apelidados de peles vermelhas. O termo ameríndio é usado para designar os nativos do continente americano, em substituição às palavras "índios", "indígenas" e outras consideradas preconceituosas. Na América do Norte, estes povos são também conhecidos pelas expressões povos aborígenes, índios americanos, primeiras nações (principalmente no Canadá), nativos do Alasca ou povos indígenas da América.
No entanto, os esquimós (inuit, yupik e aleutas) e os métis (mestiços) do Canadá, que têm uma cultura e genética diferente dos restantes, nem sempre são considerados naqueles grupos. Estes termos compreendem um grande número de distintas tribos, estados e grupos étnicos, muitos dos quais vivendo como comunidades com um estatuto político.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nativo_americano
Assista uma vídeo sobre os índios americanos:
http://www.youtube.com/watch?v=64xTjtYXzlk
*Não deixe que no Brasil aconteça o mesmo que aconteceu com os índios americanos.
A perda de identidade, a capitalização desordenada do país fizeram com que eles ficassem a mostrar sua arte nas ruas.
http://www.youtube.com/watch?v=21MKndLde1Q
Mais vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=3s9z3IOpH1g
http://www.youtube.com/watch?v=jzXMFdvJ6Tk

NOSSOS ÍNDIOS - A dificuldade em classificar os povos indígenas brasileiros vem do fato de que a violência durante cinco séculos de colonização em que tiveram tomadas suas terras, destruídos muitos de seus meios de sobrevivência, proibidas suas crenças religiosas, sendo explicita ou disfarçadamente escravizados, provocou enorme mistura de povos e transferência de áreas. Outra dificuldade em nomear as várias etnias está no fato de que seus membros se autodenominam segundo conceitos diferentes, que podem ser mais ou menos abrangentes, segundo a ocasião.
Por exemplo - certo grupo pode se autodenominar pela palavra que, em sua língua, quer dizer nós. Outros ficariam conhecidos por nome depreciativos dados por seus inimigos, como é o caso dos caiapós.

Todos tinham como características comuns a ausência de propriedade material, pois não se interessavam pelo acúmulo pessoal de riqueza; agrupavam-se em nações, tribos e aldeias, onde viviam em ocas; o conjunto de várias ocas formava uma aldeia, e o conjunto de aldeias uma nação. O trabalho era dividido segundo sexo e idade.

A família podia ser monogâmica ou poligâmica.
Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário: em topônimos como Curitiba, Piauí, etc; em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu... Ensinaram algumas técnicas modestas, como o trabalho em cerâmica, preparo da farinha.
E deixaram no brasileiro hábitos como o uso do tabaco, mas sobretudo o excelente costume do banho diário. Há mais de duzentos povos indígenas no Brasil.
Assista vídeo sobre uma tribo do Alto Xingo:Mehinaku
http://www.youtube.com/watch?v=WsA9-TQU34A

Assista um vídeo do Ministério da Cultura sobre os Índios Caiapós:
http://www.youtube.com/watch?v=tm0nVMTk7wA