terça-feira, 9 de março de 2010

ECOS CASTROALVINOS


 





Promoção: Movimento Cultural Artpoesia
 
1 – Dos objetivos / 2 – Das Homenagens / 3 – Dos Participantes
4 – Do Lançamento / 5 – Do Pagamento / 6 – Disposições Finais

1 – Visando fortalecer o intercâmbio entre escritores de todo o Brasil e as raízes literárias no nosso Estado, o Movimento Cultural Artpoesia institui para o mês de MARÇO de 2010 a Coletânea “Ecos Castroalvinos - 140 Anos de Espumas Flutuantes”, em sistema de cooperativa, com os custos de impressão, de registro, de divulgação/lançamento, rateados entre os participantes, que serão preferencialmente em número de 40 (quarenta).
2 – A coletânea homenageia Antônio Frederico de Castro Alves, o maior poeta romântico da Literatura Brasileira, na passagem dos 140 anos do lançamento do seu livro “Espumas Flutuantes” (único publicado em vida, em 1870). O poeta, de forte predominância ao poema social, com o tema da escravidão, mostra neste seu 1º livro toda a sua sensibilidade romântica.
3 – Cada participante terá direito a usufruir de 02 (duas) a 10 (dez) páginas, onde utilizará versos e prosas com temas e formatos de seu livre arbítrio. Pode participar escritores de todo o Brasil e/ou residentes no Exterior. É aconselhável ao digitar os textos utilizar as fontes Times New Roman ou Arial, na forma 12. Enviar os trabalhos para os e-mails artpoesia@bol.com.br ou vatebarreto@ig.com.br anexados de uma foto e um brevíssimo perfil biográfico. Após avaliação e diagramação, enviaremos um e-mail com os valores e nº de conta bancária para depósito.
O participante pagará por página o valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), sendo distribuídos os livros da seguinte maneira:
02 páginas – 08 exemplares
03 páginas – 12 exemplares
04 páginas – 16 exemplares
05 páginas – 20 exemplares
06 páginas – 24 exemplares
07 páginas – 28 exemplares
08 páginas – 32 exemplares
09 páginas – 36 exemplares
10 páginas – 40 exemplares
Obs.: Caso o autor necessite de exemplares adicionais, será cobrado o valor de R$ 20,00 (vinte reais) por unidade.
4 – No Coquetel de Lançamento, o poeta participante receberá sua cota de livros, que poderão ser autografados e vendidos com 75% da renda para o participante. Os 25% restantes serão para cobrir despesas referentes ao evento. Autores residentes em Salvador que não possam ir ao lançamento, posteriormente será marcado um local para entrega dos exemplares. Os autores não residentes em Salvador deverão enviar endereço postal, pois os exemplares serão enviados pelo Correios, sendo cobradas as despesas de remessa.
5 – O pagamento da publicação deverá ser efetuado da seguinte forma: 50% no ato da aceitação da proposta + 50% p/ 30 (trinta) dias, que é a forma como as gráficas do nosso Estado operam. Os trabalhos só serão aceitos até o dia 19 de Fevereiro de 2010.
6 - “Ecos Castroalvinos” será um livro com previsão de 110 a 200 páginas, formato 15x21cm, com capa plastificada e vincada, com apresentação de um nome de destaque na Literatura Baiana e orelhas do editor Carlos Alberto Barreto, organizador do projeto. A obra será registrada na Biblioteca Nacional, RJ, e catalogada no ISBN (International Standard Book Number).

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Movimento Cultural ARTPOESIA Salvador / Bahia / Brasil
Realizando sonhos, celebrando a vida!

Eu ____________________________________________________________________
RG _____________________________________ aceito todas as condições propostas no Regulamento da “Coletânea ECOS CASTROALVINOS”.
Salvador___________ de _____________________ de 2010.
Assinatura do Participante
Para chorar as dores pequenas, Deus criou a afeição – para chorar a Humanidade, a Poesia! (Castro Alves)
LEIAM ATENTAMENTE, ENTREM EM CONTATO COM OS RESPONSÁVEIS E INSCREVAM-SE.

A POESIA EXISTE, RESISTE E INSISTE!


terça-feira, 2 de março de 2010

"Vestígios do Tempo" em Alta Floresta

O filme Vestígios do Tempo será exibido neste final de semana em Alta Floresta.

Programação para o final de semana:

05/03/2010 (sexta-feira), às 19h – exibição no Bairro Vila Nova (Escola Ludovido da Riva Neto), marcando o início das atividades do Ponto de Cultura Teatro Experimental naquela comunidade.

06/03/2010 (sábado), às 20h – exibição no Teatro do Centro Cultural de Alta Floresta (Praça da Cultura).

07/03/2010 (domingo), às 20h – exibição no Teatro do Centro Cultural de Alta Floresta (Praça da Cultura).

Outras informações:
Ronaldo Adriano (66) 9205-1754
E-mail ronaldoadrianofl@hotmail.com

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Patrícia Bastos - Site oficial da cantora Amapaense!

Patrícia Bastos - Site oficial da cantora Amapaense!

Patricia Bastos lança seu site oficial, seus fãs agora podem colaborar, criando perfil, colocando seus vídeos, ouvindo músicas, fotos e muito mais.

Acesse www.patriciabastos.ning.com

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Exposição coletiva de Grafite: "Escrita Infame"

Escrita Infame é o nome da exposição que ficará em cartaz no Quintal bar - Avenida Grão Mogol ,980, de 21 de novembro a 15 de dezembro. No dia da abertura, 21/11, a partir das 20h, vai acontecer a Vernissage, com artistas que participam da exposição. A exposição apresenta uma multiplicidade de técnicas em vários suportes de arte.

Nesta exposição o objetivo é apresentar ao público uma amostra das várias vertentes que compõem a Street Art e o Graffiti através de trabalhos produzidos pelos artistas, permitindo que admiradores e colecionadores possam entender e usufruir da imensa riqueza de formas, cores e de sua intrincada rede de relações culturais e sociais.



Artistas participantes:
:: Ma3us: http://www.flickr.com/photos/ma3us/
:: Mosh
:: Ed- Mun
:: Chambs (SP): www.fotolog.com/chambs_kong
:: Armamento Visual
:: Graphis-sp: www.flickr.com/graphis
:: BNT : www.flick.com/photos/skullstore

Agenda:

Data: 21/11 a 15/12. As peças estarão expostas durante todo o período no seguinte horário: de segunda a sexta-feira de 10h as 18h e sábados e domingos de 16h as 23h. Vernissage: dia 21/11 as 20h. Local: Quintal Bar – Avenida Grão Mogol, 980, Lourdes, Belo Horizonte, Minas Gerais. www.quintalbarcultural.com.br

Contato:
Débora do Prado Lisboa
email: deborapradosee@gmail.com (msn)
http://escritainfame.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de junho de 2009

De olho na tela e na platéia


Circuito em construção no Acre:
Seminário vai discutir auto-sustentabilidade cineclubista. Atividade envolve vários estados brasileiros


Por Giselle Lucena
Foto: Talita Oliveira


Produtores culturais, cineclubistas, cineastas, dirigentes públicos e demais interessados na linguagem cinematográfica, esta convocação vai para todos vocês: o Seminário Circuito em Construção - Auto-sustentabilidade Cineclubista, acontece nos dias 26 e 27 de junho, na Filmoteca da Biblioteca Pública, em Rio Branco, capital acreana. A atividade faz parte do projeto Circuito em Construção, que promove seminários em vários estados brasileiros, realizado pela Associação Cultural Tela Brasilis, com patrocínio do Ministério da Cultura, via Fundo Nacional de Cultura. No Acre, a promoção é da Associação Samaúma Cinema e Vídeo, com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação Elias Mansour.

De acordo com uma das responsáveis pelo evento, a publicitária Isabelle Amsterdam, a discussão vai trazer novos rumos para este setor cultural no Acre. Segundo ela, a expectativa é que seja compreendido o processo de implantação do movimento cineclubista, a sua consolidação, além do suporte necessário para a permanência e sustentabilidade. “Queremos provocar a criação de novos cineclubes e a formação de uma rede de audiovisual, inclusive em espaços escolares, com propostas de integração com a comunidade, além da formação de uma federação estadual de cineclubes para melhor troca de experiências e produções”, explica.

Para isso, durante o seminário os participantes terão esclarecimentos sobre o universo cineclubista, sobre como conseguir a sustentabilidade diante da legislação, além de saídas alcançadas para fomentar a atividade. “É preciso mostrar a importância do cineclube para a formação e enriquecimento cultural da população, como também a valorização do audiovisual como ferramenta para produção de conhecimento”, detalha Isabelle.

UNIÃO FAZ A FORÇA!

A Associação Samaúma Cinema e Vídeo surgiu numa discussão iniciada no curso de Cinema e Vídeo da Usina de Artes João Donato. “Alguns alunos pensavam numa forma de organização coletiva para produção audiovisual em Rio Branco”, diz Juliana Machado, presidente da associação. Amadurecendo as idéias, o grupo começou a desenvolver, em novembro do ano passado, o estatuto e o processo para regularização jurídica. Enquanto isso, 12 pessoas já estão associadas, entre elas, acadêmicos e profissionais da área de comunicação e da educação.

Além de fomentar a produção cinematográfica local, o grupo tem o objetivo de formar público para o cinema, criando novos espaços e dinamizando os já existentes. “Vamos utilizar a obra audiovisual como geradora de reflexões e debates sociais, preservando e difundindo informações sobre o patrimônio histórico e artístico audiovisual acreano, brasileiro e latino americano”, explica a presidente. Segundo ela, a Samaúma também pretende prestar assessoria e serviço a pessoas físicas e jurídicas, de caráter público ou privado no que se refere à produção e ao estudo de soluções para os problemas relacionados com cinema e vídeo. Os interessados em se juntar ao grupo ou em obter mais informações, é só entrar em contato pelo e-mail: samaumacinevideo@gmail.com.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Jornalismo Cultural em crise e fora de foco: Que cultura é essa?

GISELLE LUCENA

O jornalismo cultural brasileiro está em crise. O saudosismo é inevitável: “nada é mais como era antigamente”, nem o jornalismo seja lá de qual gênero for. E se o The New York Times está com os dias contados, certamente toda e qualquer redação de jornal está num clima nada favorável. Se ter essa consciência é um bom começo para reverter a situação, muitos adeptos ao jornalismo de cultura iniciaram a tarefa de casa. Realizar o “I Congresso de Jornalismo Cultural” foi um bom começo, mesmo sendo apresentado com este nome pretensioso e um tanto autoritário.

Congresso foi realizado pela Revista Cult, em SP

O evento promovido pela Revista Cult na primeira semana de maio em São Paulo, reuniu gestores culturais, jornalistas, professores e artistas para expor opiniões, angústias e expectativas em relação a este segmento jornalístico. Foi uma estratégia inteligente para se ter – ou chegar perto de – debates polêmicos e com diversidades de opiniões. Já que assim, foi dado espaço para os “vários lados” do mesmo fato, como ensinam os velhos preceitos jornalísticos.

Mas toda vez que se fala em cultura é preciso se perguntar que cultura é essa. Os conceitos e formas de abordagens de São Paulo são culturalmente diferentes dos de Rio Branco, por exemplo. Nesse sentido, o I Congresso de Jornalismo Cultural deixou a desejar talvez pela amplitude que o título sugere. Palestras e mesas redondas foram, na grande maioria, voltadas apenas à crítica cultural que, de fato, é um gênero polêmico, mas não o único dentro de um universo de possibilidades chamado: Jornalismo Cultural.

Aula-show com José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski

Pois bem, falemos de crítica cultural – ou, melhor: crítica de produtos culturais. Cinema, música, literatura, teatro e artes plásticas, cada um teve a sua mesa redonda específica. É difícil, mas temos que reconhecer: se já não temos boas críticas culturais, é porque também já não temos bons produtos culturais e nem consumidores mais seletivos. Parece radical, mas não é.

“A crítica de literatura está enfrentando o mesmo problema da própria crise literária”, afirmou Manoel da Costa Pinto, editor do Entrelinhas e apresentador do Letra Livre, ambos programas da Tv Cultura, e também colunista do jornal Folha de S. Paulo. Segundo ele, “com a proliferação dos meios e espaços, os escritores não têm mais filtros para a publicação de livros”. O crítico de literatura da revista Veja, Jerônimo Teixeira, também tem opinião semelhante. “Se há uma idade de ouro, talvez estejamos vivendo o período mais burro da história. (...) Não temos mais parâmetros estéticos para dizer o que é bom ou ruim”, diz ele.

Crítico de literatura da revista Veja afirma que estamos vivendo o período mais burro da história

Ora, voltemos ao tempo de antigamente, aquele dos bons jornalistas e críticos culturais: os escritores passavam anos para lançar um livro, mas hoje, com a quantidade de editoras, com a internet, qualquer um coloca um livro para circular por aí. O mesmo pode se aplicar à música, pois qualquer grupo musical tem a oportunidade de divulgar suas produções com facilidades nunca vistas antes. Em plena Rio Branco de 1980, o já falecido jornalista cultural Chico Pop, dizia que para gravar um disco não era mais preciso ser bom, bastava ter dinheiro. Mas hoje, caro Chico, nem dinheiro é mais necessário.

De qualquer forma, cada produção cultural tem a sua dinâmica que também precisa ser levada em consideração. A obra cultural em si é apenas uma das inúmeras pautas para caderno de cultura. “Mais importante que discutir um filme, é discutir ferramentas e mecanismos de financiamento, distribuição e circulação”, disse Sérgio Rizzo, professor da Mackenzie e crítico de cinema do jornal Folha de S. Paulo.

Alunos concentrados no TUCA, o teatro da PUC-SP, um espaço de resistência democrática cultural e política

Mas eu prefiro ir mais além, pois muito mais que pensar a qualidade de conteúdo de uma crítica cultural, é preciso pensar qual a finalidade dessa crítica: incentivar o consumo de produtos e bens culturais (promover o incentivo à leitura, por exemplo)? Qualificar os consumidores tornando-os mais exigentes? Ou ainda, fortalecer a produção cultural, sendo um alicerce para os artistas que são diariamente estimulados a desistir? O desafio é pensar isso tudo levando em consideração a dinâmica do mercado e da própria produção jornalística.

Se o “jornalismo cultural é um projeto de vida”, como afirmou Cida Golin, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, é porque é preciso uma toda-vida para se preparar, é mesmo uma questão de mais cultura, de experiência, conhecimento e, acima de tudo, estratégia e responsabilidade para falar de algo que engloba qualquer coisa ou nada ao mesmo tempo, dependendo da sua própria cultura.