terça-feira, 15 de abril de 2008

ABRACADABRA: UM PRIMEIRO ENCONTRO DE MUITOS

Um grande encontro. O primeiro grande evento reunindo Agentes do movimento ABRACADABRA de diferentes estados foi no município de Lauro de Freitas, grande Salvador.

Reuniram-se na praia de Ipitanga, agentes do estado da Bahia com o Agente Fundador de Pernambuco, o poeta Marcos André Carvalho Lins, numa recepção pra lá de calorosa, com direito a muita música, além de exposição de artes plásticas e declamações de poesias. O prato principal não poderia ser outro, a não ser a substanciosa feijoada pernambucana.

Não se chegou a discutir os meandros do movimento abertamente, pois o objetivo era a recepção e confraternização. Mas, como era previsto, conversas paralelas atiçavam perguntas e questionamentos daqueles que estavam pela primeira vez participando de uma reunião presencial. As conclusões foram eclipsadas pela música, da melhor qualidade, pelo verbo poético em primeiro plano e pelas obras em tela do artista plástico Edson Melo, dono do espaço, que em breve tomará a forma de uma Cabana Cultural e se tornará ponto de encontro dos abracadabras baianos.

Dentre os Agentes cicerones marcaram a presença: o Cantor e Compositor Sergio Perrucho, a cantora e compositora Iara Lima, a Poetisa Malu Freitas, o escritor Paulo Esdras(Agente-fundador BA) e sua esposa Cleone Diniz, o Artista plástico Edson Melo, acompanhado por sua esposa Verônica ( surpreendendo com uma poesia emocionante),o compositor e músico Nil Freitas,o cantor e compositor Lucas Torres(Aracaju), o produtor e músico Venâncio Azevedo – trazendo o GRUPO ZIKR (www.grupozikr.com.br) com a co-produtora Silvani Neri, encantando a todos com a música árabe.

Eventos presenciais como este precisam ser feitos em todos os estados, pois fortalece as relações entre os Agentes e com as relações fortalecidas teremos um ABRACADABRA com uma base resistente para construirmos o tão sonhado Projeto.

sábado, 12 de abril de 2008

X FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E VIDEO AMBIENTAL - FICA



Tem início no dia 10/06/2008, em Goiás, Patrimônio Histórico da Humanidade, o X Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA).

O FICA nasceu em 1998 com o objetivo de incrementar o turismo, gerar empregos (diretos e indiretos), reaquecer a economia local, unindo arte e meio ambiente, chamando a atenção do Brasil e do mundo para a cultura e, principalmente, a preservação do meio ambiente. É realizado anualmente pela Agência Goiana de Cultura – AGEPEL

O cenário selecionado para o evento, a cidade de Goiás, às margens do Rio Vermelho e cercada pela Serra Dourada, contribuiu deveras para o sucesso do festival.

A atual edição do FICA, acontecerá a partir de 10/06/08 a 15/06/08, com estimativa de público de 200mil pessoas nos seis dias de eventos.

Foram inscritos, este ano, 412 filmes, podendo chegar a 430. Desse total 204 são nacionais e 208 internacionais de 50 países, entre produção e co-produção, o que mostra claramente que o Brasil está em um momento de intensa produção. O gênero dos filmes em sua maioria é de documentários, assim como em outras edições, com 317 inscritos. Seguido por 50 obras de ficção, 39 de animação e 6 séries televisivas. Na metragem, os curtas são o maior número, com 184 obras, 162 médias e com 66 inscrições de longas-metragens.

O Rio de Janeiro tem o maior número de inscrições com 61 obras, seguido por Goiás com 48 e São Paulo com 34. Foram totalizados 16 Estados inscritos no X FICA. A surpresa fica por conta de Minas Gerais com 16 obras inscritas. Divididas por região, entre as 204 obras nacionais inscritas, o Sudeste vem em primeiro lugar com 117 obras, seguida pelo Centro Oeste com 62 obras, o Sul com 13, Nordeste com 11 e a região Norte vem com uma obra do Estado de Roraima.

A novidade do festival para 2008 é o incentivo ao cinema goiano no tocante à programação e, principalmente no cuidado com a formação de realizadores e de público. Além da exibição de filmes, estão sendo oferecidos 14 cursos e 4 oficinas. A maioria dos cursos e palestras é aberta à comunidade, apesar da preferência para estudantes ou profissionais da área de audiovisual nas oficinas.

Nesta edição, a presidente da Agepel, Linda Monteiro, assumiu a função de coordenadora -geral do festival. Outra mudança no evento é a concentração maior das atividades de cinema no Centro Histórico da cidade de Goiás, com a inclusão do Lyceu de Goiás como espaço para a realização de cursos, além de uma maior utilização da Casa de Cora e a inclusão do antigo Matadouro, às margens do Rio Vermelho. O colégio Alcides Jubé continuará sediando o Cinemão, estrutura de exibição de filmes montada especialmente para o Fica como cinema alternativo ao Cine Teatro São Joaquim.

Ressalta-se o alto nível do elenco de diretores, professores e técnicos de cinema que vão participar das diversas atividades do X Fica, como o renomado crítico e escritor Jean-Claude Bernadett, nome influente no cinema nacional há mais de 40 anos, o crítico Inácio Araújo e a pesquisadora Stela Senra, entre outros. Outro convidado é o cineasta Cacá Diegues, que ganha uma mostra com vários filmes de sua carreira, os filmes como Orfeu Negro e Bye-Bye Brasil.

São distribuídos R$ 240 mil em prêmios aos sete primeiros colocados além de menções honrosas aos participantes. Mas os grandes beneficiários são os moradores da cidade e o Estado, com a divulgação da cultura, culinária e possibilidades turísticas do Estado de Goiás.

Os filmes premiados são disponibilizados, a título de empréstimo, a escolas, cinemas, universidades e outras entidades, devendo para tanto encaminhar Oficio à Presidência da Agepel e agendar o período desejado. Para Goiânia, o prazo de devolução dos filmes é de uma semana. Para demais localidades os filmes tem um prazo de devolução de 15 a 30 dias.

Melhores informações: telefones: (62) 32014689 ou 32231313 ou diretamente no escritório do FICA: Praça Cívica nº. 2, Centro Cultural Marieta Telles, das 9:00 h às 17:00 h, ou ainda, por email: fica@fica.art.br

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Arte e cultura livres

A indústria [termo que vem se tornando cada vez mais antipático] viciou de tal forma algumas dinâmicas sociais que geram maus costumes até mesmo naqueles que deveriam dela estar livres – como é o caso de muitos artistas. Creio que o artista deve subverter todas as relações que não sejam favoráveis à arte, mas o que se vê, quase sempre, é o contrário: a indústria subverte os artistas, e estes atuam segundo interesses da indústria [interesses que passam a ser também os seus quando a sua motivação passa a ser mormente de natureza comercial].

[foto do Flickr de Dazzie D]


Não é difícil imaginar, mesmo para os diletantes, o quanto são restringidas as possibilidades de desenvolvimento de diversos tipos de arte (especialmente do cinema) quando a motivação dos produtores é predominantemente comercial. Não é preciso ser escritor para perceber o quanto a literatura padece com a motivação comercial - ‘É difícil para os escritores não medir o próprio mérito pelos direitos autorais, e quando os livros de má qualidade podem trazer boas compensações pecuniárias é necessário muita firmeza de caráter para produzir bons livros e continuar pobre’, escreveu Bertrand Russel em 1935. É evidente que tal situação não se aplica somente aos escritores, e que direitos autorais, no caso, implicam não só em reconhecimento [que é necessário], mas em dividendos cujas proporções, normalmente, são estabelecidas pelas empresas intermediárias entre autor e público.

Embora a internet, ainda que de forma experimental e caótica, elimine a necessidade de tal intermediário [visto que qualquer um pode publicar sua obra diretamente], é claro que critérios devem ser considerados - afinal, artista não é quem apenas publica algo, mas quem produz arte e a publica [pessoalmente, penso que publicar um livro deve ser, sim, possível, mas também um tanto de dificuldade não faria mal – pois exigiria alguma determinação e vontade do autor para publicar a sua obra, demonstrando que acredita nela, confiando que tem algo de valor a expressar]. Contudo, sei o quanto a dinâmica anárquica da internet é fundamental para a difusão da cultura e do conhecimento, indo de encontro a 'ditadura do intelectual' e ao elitismo reivindicado, porém não praticado de alguns espíritos draconianos – e não é a toa que a rede [que cresce a cada dia em volume de conteúdo - qualquer conteúdo - e participação de pessoas] incomode tanto as indústrias que fizeram fortuna e poder com a arte e a cultura, especialmente as fonográfica e cinematográfica – os setores mais afetados pela pirataria. Aliás, com o surgimento de tecnologias como P2P, os prejuízos dessas indústrias foram tão gritantes e deseperadoras que ensejaram um fenômeno interessante: as empresas agridem seus próprios clientes acusando-os de bandidos – e não é raro ver artistas agredindo seu próprio público a mando dos donos das empresas as quais se rendem, comparando o ato de baixar um vídeo ou uma música na internet a um roubo de carro ou coisa que o valha. A questão dos direitos autorais, claro, deve ser amplamente discutida – afinal o artista precisa sobreviver e ser reconhecido e até recompensado – mas não apenas sob a ótica da indústria, afinal, os tempos mudam....

Em suma, pelo menos para os artistas, é hora de resgatar a arte como arte, e esperar dela resultados como tal. É preciso ter claro que mesmo que toda a indústria em torno da cultura e da arte ruam e desabem, a arte permanece, desde que permaneçam as pessoas e, claro, os artistas. A arte não precisa da indústria, seja esta da esfera pública ou privada. Precisa, sim, de públicos – e começam a surgir outras formas de alcançá-los que prescindem da sujeição do artista aos donos da indústria. Novos modelos de negócios surgem e novas formas de propriedade intelectual mais flexíveis - como a licença Creative Commons - que estimulam a livre troca de idéias e a livre e dinêmica circulação de obras autorais. Já é um começo. Cabe aos artistas revisarem seus objetivos quando necessário, e ousarem descobrir e experimentar - e arriscar - novas possibilidades de difusão de seus trabalhos.

Por Fabricio Kc


P.S. A internet faz surgir novos modelos de negócios também no âmbito artístico-cultural como BEM exemplificou a banda inglesa Radiohead, que disponibilizou em seu site o album Rainbow para download, deixando a critério dos fãs definir quanto pagaraiam por ele - e obteve bons resultados.

SESTAS TEATRAIS - RECIFE/PE

O Teatro Armazém (Armazém 14, Bairro do Recife) está com apresentações de curtos espetáculos de teatro e dança (30 minutos) todas as quartas-feiras às 13h.

A programação para o restante deste mês segue abaixo:

abril/16 - Um Gesto por Outro - Cênicas Cia. de Repertório (teatro)
abril/23 - Um Tempo de Joaquim Cardozo para um Calendário de Eternidade - com Geninha da Rosa Borges (literatura teatral)
abril/30 - Pastoril do Vei Mangaba - com Walmir Chagas

Informações: (81) 3224-2787 ou sestasteatrais@terra.com.br

Um abraço a todos

sexta-feira, 4 de abril de 2008

19 DE ABRIL - DIA DO ÍNDIO - VAMOS NOS PREPARAR?


AMERÍNDIOS - Índio, indígena ou nativo americano são nomes dados aos habitantes humanos das Américas antes da chegada dos europeus, e os seus descendentes atuais.
A hipótese mais aceita para a sua origem é que os primeiros habitantes da
América tenham vindo da Ásia atravessando a pé o Estreito de Bering, na glaciação de 62 mil anos atrás. O termo “índio” provém do facto de que Cristóvão Colombo, quando chegou à América, estava convencido de que tinha chegado à Índia e dessa maneira chamou os povos indígenas que ali encontrou. Por essa razão também, ainda hoje se refere às ilhas do Caribe como Índias Ocidentais. Mais tarde, estes povos foram considerados uma raça distinta e também foram apelidados de peles vermelhas. O termo ameríndio é usado para designar os nativos do continente americano, em substituição às palavras "índios", "indígenas" e outras consideradas preconceituosas. Na América do Norte, estes povos são também conhecidos pelas expressões povos aborígenes, índios americanos, primeiras nações (principalmente no Canadá), nativos do Alasca ou povos indígenas da América.
No entanto, os esquimós (inuit, yupik e aleutas) e os métis (mestiços) do Canadá, que têm uma cultura e genética diferente dos restantes, nem sempre são considerados naqueles grupos. Estes termos compreendem um grande número de distintas tribos, estados e grupos étnicos, muitos dos quais vivendo como comunidades com um estatuto político.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nativo_americano
Assista uma vídeo sobre os índios americanos:
http://www.youtube.com/watch?v=64xTjtYXzlk
*Não deixe que no Brasil aconteça o mesmo que aconteceu com os índios americanos.
A perda de identidade, a capitalização desordenada do país fizeram com que eles ficassem a mostrar sua arte nas ruas.
http://www.youtube.com/watch?v=21MKndLde1Q
Mais vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=3s9z3IOpH1g
http://www.youtube.com/watch?v=jzXMFdvJ6Tk

NOSSOS ÍNDIOS - A dificuldade em classificar os povos indígenas brasileiros vem do fato de que a violência durante cinco séculos de colonização em que tiveram tomadas suas terras, destruídos muitos de seus meios de sobrevivência, proibidas suas crenças religiosas, sendo explicita ou disfarçadamente escravizados, provocou enorme mistura de povos e transferência de áreas. Outra dificuldade em nomear as várias etnias está no fato de que seus membros se autodenominam segundo conceitos diferentes, que podem ser mais ou menos abrangentes, segundo a ocasião.
Por exemplo - certo grupo pode se autodenominar pela palavra que, em sua língua, quer dizer nós. Outros ficariam conhecidos por nome depreciativos dados por seus inimigos, como é o caso dos caiapós.

Todos tinham como características comuns a ausência de propriedade material, pois não se interessavam pelo acúmulo pessoal de riqueza; agrupavam-se em nações, tribos e aldeias, onde viviam em ocas; o conjunto de várias ocas formava uma aldeia, e o conjunto de aldeias uma nação. O trabalho era dividido segundo sexo e idade.

A família podia ser monogâmica ou poligâmica.
Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário: em topônimos como Curitiba, Piauí, etc; em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu... Ensinaram algumas técnicas modestas, como o trabalho em cerâmica, preparo da farinha.
E deixaram no brasileiro hábitos como o uso do tabaco, mas sobretudo o excelente costume do banho diário. Há mais de duzentos povos indígenas no Brasil.
Assista vídeo sobre uma tribo do Alto Xingo:Mehinaku
http://www.youtube.com/watch?v=WsA9-TQU34A

Assista um vídeo do Ministério da Cultura sobre os Índios Caiapós:
http://www.youtube.com/watch?v=tm0nVMTk7wA

CULTURAL - DIA DO JORNALISTA

"Escreverei tua história...Tu escreverás a minha." Malu Freitas

- BRASIL - Sexta-Feira, 04 de abril de 2008
Dia do Jornalista é marcado por defesa da regulamentação profissional

Adital - A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), os sindicatos filiados e os jornalistas profissionais de todo o país celebram o dia 07 de abril como o Dia Nacional do Jornalista, mas, desde 2002, ao invés de ser festejada, a data é utilizada pelas entidades representativas e pela categoria como dia nacional de mobilização em defesa da regulamentação profissional.
O porque da luta Uma decisão judicial suspendeu temporariamente, em 2002, a exigência da formação de nível superior específica em jornalismo para o exercício da profissão. E a decisão, temporária, ainda prevalece porque o Tribunal Regional Federal de São Paulo ainda não julgou os recursos interpostos pela Fenaj.
Além da defesa da regulamentação da profissão - cuja exigência da formação de nível superior específica é um dos pilares -, os jornalistas do Brasil querem a criação do Conselho Federal de Jornalismo (CFJ). A Fenaj já encaminhou uma proposta de criação do CFJ ao Ministério do Trabalho e Emprego e quer envolver a sociedade brasileira no debate sobre a necessidade e a pertinência da criação do Conselho.
Além de fiscalizar o exercício da profissão, o CFJ terá como atribuição avaliar a atuação profissional dos jornalistas, fazendo prevalecer as determinações do Código de Ética do Jornalismo. Segundo a Fenaj, manter a profissão regulamentada e criar o Conselho Federal de Jornalismo são medidas que interessam à sociedade.

"Trata-se da defesa do acesso universal ao jornalismo (desde que atendidas as exigências da regulamentação), da qualificação do jornalista e do exercício da profissão de forma responsável e ética. A sociedade brasileira tem direito a uma informação de qualidade, o que exige profissionais capazes de honrar a natureza do jornalismo, um bem público com relevante função social. Portanto, ao contrário do que se imagina, a existência do CFJ não tem qualquer conotação corporativista’’, defende a Federação.

No Brasil, são 110 mil jornalistas profissionais lutando pela causa.
Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe os dirigentes da Federação e dos sindicatos filiados, no Palácio do Planalto.
Será dele, em última instância, a decisão de enviar o Projeto de Lei do CFJ ao Congresso Nacional.
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil.

IMAGEM (Surrealismo): Drawing Hands - Litografia de 1948 -

AUTOR: ESCHER - Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898, faleceu em 1970.

Descrição da Obra: "Uma folha de papel está presa a uma prancheta. A mão direita desenha a manga de uma camisa. Ela ainda não tem o trabalho concluído, mas um pouco mais à direita, uma mão esquerda que sai de dentro da manga, está já desenhada tão pormenorizadamente, que se levanta da superfície e, por sua vez, como se fosse uma parte viva do corpo, desenha a manga donde sai a mão direita."
Dono de uma personalidade humilde, Escher, não se considerava artista nem matemático. Mas a verdade é que transportou para os seus desenhos estruturas matemáticas complexas, perspectivas espaciais que necessitam sempre de um apurado segundo olhar, podemos mesmo dizer, de um terceiro, quarto ...

MINHA HOMENAGEM Á TODOS OS JORNALISTAS
PELO DIA QUE DEVERIA SER: O DIA DA CORAGEM E DETERMINAÇÃO!
MALU FREITAS

terça-feira, 1 de abril de 2008

Jessier Quirino no Seis e Meia

Quem já viu sabe como é o negócio: é morrer de rir o tempo todo! Quem não teve a oportunidade de assistir ao show deste “malasombrado” do sertão, não perca porque o “caba” é nó cego! Jessier Quirino, o poeta da “nordestinidade” se apresenta dia 02 de abril, no Mag Shopping pelo Projeto Seis e Meia.

Será um show de muita poesia matuta, impregnada de humor, neologismos, sarcasmo, causos, cantorias, piadas, versos brejeiros e muita originalidade. Uma grande chance de conhecer o personagem “Mané Cabelim”, saber como seria um “Matuto no cinema” assistindo um filme altamente "internacioná”, ou mesmo ter a noção de como é realizado um “Comício em beco estreito” nas cidades do interior.

Conheça também:
Vou-me embora pro passado
Uma fachada de cinema com o nome dela
Bodega sertaneja
Matuto doente das partes
Brincadeiras de menino
Agruras da lata d`água
Paisagem de interior
Desaforismos matutais

Fica ai um pequeno aperitivo deste grande artista de vocabulário inesgotável e criatividade peculiar. Quem quiser dar boas gargalhadas e se deliciar com a poesia matuta, a dica é essa: Jessier Quirino, de preferência com cachaça e rapadura.

O Projeto Seis e Meia é promovido pela Prefeitura de João Pessoa (PMJP) em parceria com a Acorde Produções. Os shows acontecem no MAG Shopping, no Bairro de Manaíra, sempre a partir das 18h30 das quartas-feiras.